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''Não vou poder mais brincar na rua'', diz menina grávida do padrasto

Acusado de 20 anos negou qualquer tipo de envolvimento com a criança
Polícia Civil/Divulgação
Homem foi preso acusado de estuprar a menina de 10 anos
Gravataí
- "Não vou poder mais correr e brincar na rua" - assim define sua nova e triste rotina a criança de 10 anos que teria sido estuprada por diversas vezes pelo padrasto de 20 anos, em Gravataí. "Ela não tem a menor noção do que significa estar grávida. Está apática", disse a delegada Marina Dillenburg. A menina ainda não tinha nem ideia do que significa estar menstruada, já que teria ocorrido apenas por duas vezes. 
Preso na tarde de ontem (14), o homem negou qualquer tipo de envolvimento com ela. Ele foi ouvido, passou por exame de corpo de delito e, logo após, foi encaminhado ao Presídio Central de Porto Alegre. A investigação segue em andamento.
Antes da prisão, o detido possuía apenas uma ocorrência policial, de uma agressão contra seu filho, em 2012. Na época, a criança tinha apenas seis meses de vida. "O que chama a atenção neste fato é que ele teve o filho adolescente e a mãe desse bebê tinha 12 anos, na época. Ou seja, ele já teria praticado um estupro, mesmo que com o consentimento desta menina, que se dizia namorada dele", explica a delegada, afirmando que caso isso seja comprovado, ele responderá por esse primeiro estupro também.
A mãe do suspeito, de 36 anos, também será investigada, já que teria tentado coagir a criança, pedindo que ela "desmentisse a história que inventou contra o padrasto", revela Marina.
A guarda da menina, seu irmão de seis anos e um bebê de seis meses ainda está com a mãe. "Mas já temos conhecimento que a avó materna, através do Conselho Tutelar, está tentando legalmente obter a guarda dos netos", revela a delegada.
Os jornais do Grupo Sinos não divulgam nomes dos envolvidos na ocorrência para preservar a identidade da menor, conforme defendido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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