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Saúde

Estado já registra 70 surtos de caxumba em locais fechados

Só este ano, 605 casos já foram confirmados; em todo 2015, foram 267
Foto: Juarez Machado/GES
Lucas e Leonardo voltaram ao trabalho após tratamento para caxumba
Inchaço nas glândulas salivares - em um ou nos dois lados -, febre e dores no pescoço. Esses são os principais sintomas da caxumba, uma doença viral aguda, provocada pelo vírus que leva o mesmo nome e que vem afetando a rotina dos gaúchos. Em um escritório em Novo Hamburgo, por exemplo, três funcionários a contraíram a doença recentemente. Eles tiveram que se afastar do trabalho, sentiram indisposição, tomaram medicamentos para aliviar as dores e baixar a febre. Eles não são os únicos.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informa que até julho foram notificados 70 surtos em locais fechados, como escolas, universidade, ambientes profissionais e até quartel, totalizando 605 casos, com mais notificações em municípios das regiões metropolitana, sul e Serra gaúcha. O número é bem expressivo, já que em todo o ano de 2015 foram oito surtos e 267 casos. Somente em Novo Hamburgo, já são 12 casos este ano, contra nenhum registro de 2015, conforme a Secretaria Municipal de Saúde.
No escritório em Novo Hamburgo, Leonardo Vinícius Pinto, 21, foi o primeiro a contrair caxumba. Depois foi a vez de Lucas Lopes, 20 anos. Ambos já retornaram ao trabalho, mas o terceiro colega ainda permanece afastado por conta da doença. Em ambos casos, o tratamento foi repouso e remédios para dor, além da orientação médica para ficar afastado do trabalho.
Dicas
A diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde da SES, Marilina Bercini, diz que há um aumento de casos em surtos ocorridos em locais fechados. “Adolescentes e adultos jovens, na faixa de 15 a 35 anos, são os mais afetados, ou porque não fizeram vacina ou não fizeram as duas doses”, destaca. Marilina reforça que a vacina é a melhor prevenção, mas medidas usadas para evitar a gripe A também se aplicam para a caxumba, como ventilar os ambientes, abrir as janelas e lavar as mãos com frequência.
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