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Petrobras já anunciou duas reduções, mas preço da gasolina segue subindo

Além de não ter baixado nada, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) constatou até aumento no valor médio do litro do combustível
A Petrobras anunciou nas últimas semanas duas reduções no preço da gasolina nas refinarias. Em 14 de outubro, a baixa anunciada foi de 3,1%. Em 8 de novembro, outra redução, também de 3,1%. Somado os dois índices, a redução acumulada na venda do combustível para as distribuidoras é de 6,2%. Entretanto, apesar da expectativa da gasolina ficar mais barata, mesmo que alguns centavos, esse reflexo não aconteceu. Em Novo Hamburgo, em novo levantamento ANP, divulgado nesta sexta-feira, o preço médio - em 14 postos pesquisados entre 6 e 11/11 ficou em R$ 3,543. Isso é 2,07% mais caro do que a média apurada na semana anterior (30/10 a 5/11), de R$ 3,471, e 0,85% mais do que a média registrada na semana em que a Petrobras fez o primeiro anúncio de redução na refinaria, R$ 3,513.
O levantamento
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,513
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,543
30/10/2016-05/11/2016: R$ 3,471
06/11/2016-12/11/2016: R$ 3,543
Em busca de explicações
O fenômeno registrado não é uma exclusividade de Novo Hamburgo. Nem mesmo o diesel não apresentou grandes reduções. O preço médio do litro do combustível caiu de R$ 3,009 para R$ 3,005 aos consumidores no País.
Uma das explicações para o reajuste não ter sido passado aos consumidores está no custo do etanol anidro. O combustível, que compõe em 27% a mistura da gasolina utilizada no País, subiu e praticamente anulou a redução nos preços.

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