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Após infarto, morre Carrie Fisher, a eterna princesa Leia de Star Wars

Ela sofreu um ataque cardíaco na sexta-feira dentro de um avião, pouco antes de pousar, e estava internada em um hospital
Divulgação
Carrie Fisher sofreu um grave infarto na sexta-feira e não resistiu
Morreu, na manhã desta terça-feira (27), a atriz Carrie Fisher, que interpretava a princesa e general Leia Organa, na saga Star Wars, Carrie sofreu um infarto na sexta-feira, enquanto viajava de avião de Londres para os Estados Unidos, e estava internada em um hospital de Los Angeles na UTI.
Reprodução/People
A revista People publicou a respeito da morte da atriz em seu site
Conforme a revista People, a família divulgou um comunicado através de um porta-voz em nome da filha da atriz, Billie: "É com profunda tristeza que Billie Lourd confirma que sua amada mãe, Carrie Fisher, faleceu às 8h55 (14h55 no horário de Brasília) nesta manhã. Ela foi amada pelo mundo e sua falta será sentida profundamente. Nossa família inteira agradece a todos pelos pensamentos e preces". 
Na sexta-feira, Carrie passou mal durante o voo e teve o infarto cerca de 15 minutos antes de pousar. Ela foi reanimada ainda dentro do avião e paramédicos a levaram para o hospital. A atriz estava em turnê para o lançamento de seu oitavo livro, Princess Diarist, no qual falou e escreveu sobre os anos em que sofreu com dependência química e os transtornos mentais. A atriz é filha de Debbie Reynolds e Eddie Fisher e conquistou fãs do mundo inteiro ao interpretar a princesa Leia na trilogia original de Star Wars (1977, 1980 e 1983), cujos filmes se tornaram um fenômeno cultural. Sua primeira aparição foi quando ela tinha apenas 19 anos. 
Sua personagem apareceu novamente no ano passado no aguardado Episódio VII da saga, O Despertar da Força. O Episódio VIII está em fase de pós-produção e estreará nos cinemas no fim de 2017. A atriz deixa a filha Billie, a mãe Debby, o irmão Todd Fisher e as irmãs Tricia e Joely Fisher. 
O ator Mark Hamill, que interpreta Luke Skywalker, foi um dos primeiros a se manifestar sobre a morte. "Sem palavras. Devastado", escreveu em seu Twitter.
A mãe de Carrie, Debby, se pronunciou no Facebook sobre a morte da filha. "Obrigada a todos que abraçaram os dons e talentos da minha amada e maravilhosa filha. Sou grata pelos seus pensamentos e orações que agora a guiam até a próxima parada", escreveu. 
  • Carrie Fisher morreu aos 60 anos após um infarto
    Foto: Divulgação/Riccardo Ghilardi
  • Carrie e Harrison Ford em O Despertar da Força
    Foto: Divulgação
  • Carrie como Leia em Star Wars
    Foto: Divulgação
  • Carrie como Leia em Star Wars
    Foto: Divulgação
  • Carrie Fisher em O Despertar da Força
    Foto: Divulgação
Dependência química e transtornos mentais
A vida de Carrie Fisher pouco tem a ver com a da aguerrida princesa Leia, personagem que a alçou à fama. O abuso de drogas e de álcool foi protagonista de boa parte da trajetória da atriz. Foi uma página virada, mas que ela nunca escondeu. Pelo contrário, compartilhou sua experiência em livros e entrevistas. 
Desde seu nascimento, em outubro de 1956, em Los Angeles, sua vida foi marcada pela extravagância de Hollywood. Ela nasceu do casamento entre a estrela de cinema Debbie Reynolds, conhecida por seu papel em Cantando na Chuva, e o cantor Eddie Fisher. O relacionamento e o lar feliz em Beverly Hills terminaram quando Eddie Fisher trocou Debbie pela melhor amiga dela, a atriz Elizabeth Taylor.
No começo dos anos 1980, sua vida foi marcada pelo álcool, pelas drogas e pela depressão, coincidindo com papéis fracassados em filmes como "Hotel das confusões" (1981) e "Hollywood Vice Squad" (1986). Depois de ser aplaudida pela crítica por seu trabalho em "Harry e Sally - feitos um para o outro", de 1989, começou a deixar de atuar para se dedicar a escrever.
Tornou-se, então, conhecida pela honestidade de sua escrita semi-autobiográfica, incluindo seu maior sucesso, "Lembranças de Hollywood", que virou filme em 1990. Talentosa roteirista, Fisher revisou vários scripts, incluindo os de "Mudança de hábito" (1992), "Epidemia" (1995) e "Afinado no amor" (1998).
Ao longo dos anos, deu várias entrevistas sobre seu transtorno de bipolaridade e dependência de remédios e de cocaína, que admitiu ter usado durante as filmagens de "O império contra-ataca" (1980). Perguntada pela Vanity Fair, em 2006, como convenceu George Lucas a lhe dar o papel da princesa Leia, respondeu: "Eu transei com um nerd. Espero que tenha sido George. Usei muitas drogas para (conseguir me) lembrar quem foi", acrescentou.
Ela também falou sobre a terapia eletro-convulsiva pela qual passou, que consistia em pequenas descargas elétricas liberadas no cérebro para desencadear pequenas convulsões e tratar a depressão. Em sua primeira coluna de conselhos no jornal britânico The Guardian, ela prometeu "proporcionar assessoramento solicitado, baseado em uma vida de tropeços e acidentes". Carrie Fisher disse ainda aos seus leitores que as dependências, os problemas sentimentais e os transtornos mentais equivalem a uma distribuição "compartilhada de desafios e experiências infelizes".
"Com o tempo, prestei atenção, tomei nota e esqueci facilmente a metade de tudo o que passei. Mas remexo a metade das lembranças e as ponho aos seus pés", afirmou. O livro que Carrie promovia antes de morrer era intitulado The Princess Diarist e se baseou nos recortes de diários que guardou durante as filmagens da trilogia original de Star Wars.
As memórias chamaram a atenção da imprensa depois que Fisher admitiu ter tido romance de três meses com Harrison Ford durante o primeiro filme (Episódio IV), em 1976. Na época, Carrie Fisher tinha 19 anos, e Ford, 33, e ele era, então, casado com sua primeira mulher, Mary Marquardt.
A atriz foi casada rapidamente com o cantor e compositor Paul Simon, nos anos 1980. Sua filha, a também atriz Billie Catherine Lourd, é fruto de seu relacionamento com o agente de talentos Bryan Lourd.

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