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Cinema

Efeitos dão o clima de Assassin's Creed

Apesar da história meio maluca, filme baseado em videogame se garante pelo ótimo elenco
Divulgação
Michael Fassbender em cena da adaptação para o cinema do videogame Assassin's Creed
Quem estiver cansado de filmes de ação baseados em histórias em quadrinhos pode dar uma variada esta semana e curtir um filme de ação baseado em videogame. Assassin’s Creed é uma adaptação do jogo altamente popular de mesmo título. É até engraçado ver o logotipo da Ubisoft no cinema.
O filme tem duas linhas temporais. Na época atual, um condenado à morte, depois de supostamente ser executado, acorda em uma instalação secreta. Ele descobre que foi recrutado para um projeto secreto que busca desenterrar memórias genéticas dos indivíduos. Uma cientista quer que ele ajude a desvendar os passos de um antepassado, um Assassino que viveu na Inquisição Espanhola. É lá que rola outra narrativa.
Os Assassinos, por sua vez, são uma seita de guerreiros que se acredita extinta e que eram os guardiões da Maçã do Éden, uma relíquia que guarda o segredo para o Livre Arbítrio humano. Os Templários, inimigos históricos dos Assassinos, querem se apossar desse objeto, por isso patrocinam o projeto que busca as memórias genéticas. Cabe ao ex-condenado se reconciliar com o passado, sobreviver ao experimento que pode matá-lo e enfrentar os desígnios obscuros dos Templários.
A essas alturas, se você não for um conhecedor do game, já deve ter entendido que a história tem o mais maluco dos pressupostos. Mas o filme não é ruim. Os efeitos especiais são muito bons (intencionalmente ou não, muitas cenas parecem um videogame) e os figurinos evocam bem o jogo. A narrativa também consegue envolver o espectador. Em parte, isso acontece por causa do grande elenco.
Por incrível que pareça, Assassin’s Creed tem Michael Fassbender no papel principal, com Marion Cotillard como a cientista encarregada do projeto de memória genética. Tem, ainda, Jeremy Irons, Brendan Gleeson e Charlotte Rampling. Toda essa gente pode parecer, em alguns momentos, estar pagando mico com algumas das falas, mas o carisma de todo mundo consegue segurar o interesse. Por sinal, um detalhe curioso é que o diretor Justin Kurzel está se reunindo com Fassbender e Cotillard. O trio já trabalhou junto em uma adaptação de Shakespeare, Macbeth: ambição e guerra, de 2015, que trazia dois dos personagens mais complexos criados pelo dramaturgo inglês. Já aqui, obviamente, não chega a ser o caso.
Ah, uma coisa importante sobre os Assassinos é que os caras têm todo um credo, um conjunto de valores, pelo qual estão dispostos a dar a vida. Acreditam em liberdade e dizem que trabalham nas trevas para proteger a luz. Uma das coisas nas quais eles parecem acreditar é se jogar do alto de prédios com os braços abertos, o que eles fazem amiúde. Talvez você pense que é isso, metaforicamente, que fazem o elenco, o diretor e os espectadores de Assassin’s Creed. Mas dê uma chance ao filme. Se jogue.

XYZ

por André Moraes
andre.moraes@gruposinos.com.br

Assim como na tradicional coluna semanal de variedades do jornal ABC Domingo, o XYZ fala de cinema, tevê, quadrinhos, nostalgia e assuntos da cultura pop em geral. Informação e curiosidades com um toque de humor.

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