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Cultura

A magia do circo na voz e arte de Teleco

Comédia pura é o ingrediente principal do sucesso no palco
João Ávila/GES-Especial
Teteco usa gírias locais em suas interpretações e todos caem na risada
O nome mudou e o Teatro Teleco ganhou um “Circo”. A lona que já havia substituído o pavilhão de madeira e alumínio foi trocada por uma em melhores condições, após dois anos guardada, período em que o hoje Circo Teatro Teleco não funcionou. O palco ainda necessita de alguns ajustes, não visíveis aos expectadores, mas que trarão maior conforto aos artistas. Mas a energia, esta continua a mesma.
Com 45 anos de estrada – e apenas dois deles fechado, período em que seu principal personagem, o palhaço Teteco, fez apresentações solo ou com outros atores, o Teatro está de volta. Atualmente está fazendo a alegria da comunidade de Campo Bom. O grupo está instalado no espaço ao lado da Pista de Bicicross, na Avenida dos Estados com a Rua Aimoré.
Mais enxuto, tenta se reerguer, agora praticamente só com a família Machado. Os mais de 40 atores e funcionários que integravam o Teleco até ele fechar as portas, se reduziram a menos de 20. “Não tive outra alternativa, precisei fechar. Mas isto daqui é a nossa vida”, resume Vanderlei Machado, que com as roupas e a pintura no rosto se transforma no Palhaço Teteco, que é adorado pelas crianças e adultos.
Talento e profissão
Geralmente dividem o palco com Teteco a esposa, Ana Beatriz, filha do fundador do Teatro Teleco, Antônio Adir Machado, o filho Rafael Machado, que também dá vida ao palhaço Vadeco, e o cumpadre Riccelly Lunardi. Ao estilo teatro, a peça, comédia pura, é dividida em três atos de aproximadamente 20 a 30 minutos, separadas por intervalos. Tempo para os atores descansarem e os funcionários percorrerem os corredores vendendo guloseimas.
João Ávila/GES-Especial
Família unida no palco e fora dele
Uma história de vida abraçada pela terceira geração
O Teatro Teleco é um dos mais antigos mambembes do Brasil. Criado há 45 anos por Antônio Adir Machado e sua esposa, Tiana, estreou num terreno da Rua 25 de Julho, em Novo Hamburgo. Por mais de três décadas, até o falecimento do fundador, percorreu os três Estados do Sul levando arte e diversão para o povo. Quando Teleco se viu impedido de pisar nos palcos por conta de uma paralisia nas pernas, o genro Vanderlei deu vida a Teteco e assumiu a responsabilidade.
Há dez anos, a terceira geração pintou a cara. Rafael, quarto de seis filhos de Teteco e Ana Beatriz, única filha de Teleco, estreou nos palcos como Vadeco, em apresentação no bairro Canudos, em Novo Hamburgo.
Por onde passam, o público sempre comparece e a risada rola solta durante as apresentações. A plateia sempre comparece e participa da integração.

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