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Nathalia Cadó

Um mergulho em vida

Leia artigo de Nathalia Cadó
Nathalia CadóNathalia Cadó é estudante de Letras e blogueira do Jornal NH 
O que é o mar para alguém? Uma parte do oceano, água salgada, férias, uma beleza natural, o melhor mergulho. E mais tantas definições. Muitos consideram o mar algo que inspira, acalma, deixa sem palavras. Apenas enxergá-lo, escutar o barulho das ondas, já vale mais que palavras. O mar, sim, pode ser muito mais belo do que imaginamos e vemos. Para mim, o mar sempre me despertou algo de infinito.
É infinito, por mais que seja demarcado no mapa com começo e fim. Mesmo que exista terra firme. Independente de que dizem e que ele não ultrapassa as fronteiras do nosso planeta. Dizer que o mar é infinito, para mim, significa um bonito que, simplesmente dizer que é bonito, não supre. Também é ver que em todo mar existe algo de desconhecido. E é esse segredo que o torna mais lindo do que vemos. O mar é infinito porque a sua visão também é infinita, é a única imagem que não canso de olhar.
Nas férias que passaram, tive a oportunidade de conhecer várias praias. Mesmo que uma ao lado da outra, cada mar era diferente um do outro. Em especial, conheci uma praia onde carros são proibidos. A entrada é apenas por trilhas feitas a pé, em que há de se atravessar um morro. Nela, não tinha ninguém além de mim e das pessoas que foram comigo. O mar, calmo, sem ondas. Um infinito que parecia estar longe de tudo.
Qualquer mar, em especial esse desta praia que conheci, me faz fugir um pouco dessa civilização de violência, corrupção, mentira, estresse, reclamações bobas. O mar não pode nos tirar do que vivemos longe dele, mas ensinar a lidar com a vida maluca que temos. Portanto, minhas primeiras notas do ano aqui talvez sejam essas. Enxerguem o infinito que o mar nos proporciona em uma civilização que tanto nos desgasta. Existe uma beleza como a do mar que pode estar no trabalho, na aula, no trem, na vida que levamos todos os anos. E que lutamos para que dê certo. A nossa vida, com todos os seus problemas, também pode ser linda na sua imensidão.

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