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Morro Reuter

Exposição une Marciano Schmitz e Flávio Scholles no Centro Albano Hartz

Artistas plásticos fazem parte de projeto de homenagem ao movimento Casa Velha e ao artista Carlão

Joel Reichert
Marciano e Scholles em gravação de documentário

Como parte do projeto de revitalização do Centro Cultural Albano Hartz, no Calçadão Oswaldo Cruz, a Secretaria da Cultura de Novo Hamburgo reuniu, na quarta-feira (31), os artistas plásticos Marciano Schmitz e Flávio Scholles, para gravação de uma entrevista, no ateliê de Scholles em Morro Reuter.

O papo descontraído entre os amigos vai fazer parte de uma exposição que abre no dia 27 de abril em homenagem ao movimento Casa Velha, que completa 40 anos em 2017, e será marcado por homenagens aos artistas daquela época, especialmente Carlão, cujo memorial será reinaugurado junto com o Albano Hartz.

A festa de reinauguração do memorial também contará com uma mostra de Scholles e Marciano, onde estarão expostas as obras mais pessoais de cada um dos artistas.

"Fazia tempo que eu não via o Scholles, foi muito legal. Continuamos a conversa como se fosse ontem", conta Marciano, sobre o reencontro. "Mas esse tempo todo que se passou, praticamente duas gerações diferentes. É um bom reencontro para saber o que cada um continua fazendo hoje, pena que o Carlão morreu. O Flávio segue na ideia dele que é extremamente rica, do rural, da colônia, eu sempre busquei linguagens diferentes, mas eu vou utilizar o 'Marciano ele mesmo'."

O artista relembra o movimento Casa Velha e sua importância para arte em Novo Hamburgo. "Estamos promovendo porque em 77, nos juntamos eu, o Carlos Alberto Oliveira e o Flávio, e foi ele que puxou, criou a casa. Nosso objetivo era, dentro dessa união que depois apareceram outros artistas, músicos, poetas, criar a ideia da fixação do artista na sua aldeia. Muitas vezes ele sai e vai para um grande centro procurar reconhecimento. Comparando com o que era nos anos 70, dá pra ver que aquilo deu certo."

Para Marciano, a mudança ainda permitiu que as pessoas começassem a entender que existe um discurso além da obra. "Antes pensavam que era só uma imagem mas tem todo um discurso por trás. Tivemos o reconhecimento da cidade em relação aos artistas. Tínhamos apenas um consagrado que era o Scheffel e ele já era uma instituição. Nosso movimento era livre, juntar vertentes diferentes. E, não quero exagerar, mas assumiu um caráter épico. Muito se deve à Casa Velha", lembra o artista.

E, entre os descendentes do movimento, a Casa na Praça chama a atenção do autor. "É um movimento que tenho visto pelas redes, mas acho que tem muito a ver. É uma tomada de consciência de um grupo de artistas, que penetra na comunidade. Não cada um para um lado. E tem um caráter discursivo. Quero conhecer o trabalho deles de perto." 


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