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Suzana Kunz

Uni duni tê

Leia opinião de Suzana Kunz

Suzana KunzSuzana Kunz é publicitária, especialista em Marketing e Psicologia

suzana@imagempropaganda.com.br

Recebi, na semana passada, um conselho pelo WhatsApp que orienta tomar consciência da diferença que uma escolha faria caso a morte física ocorresse daqui a 10 dias. Me propus a fazer o exercício hipotético por alguns minutos e percebi como determinadas escolhas e decisões, aparentemente importantes, são irrelevantes para uma vida.

Um exercício simples e poderoso na hora de decidir, por exemplo, revidar ou acalmar, falar ou calar. Mesmo sabendo que só o presente existe para criar um passado e futuro, penso que, em alguns momentos desta curta vida, as circunstâncias nos levam a questionar que caminhos percorreríamos se tivéssemos escolhido outras escolhas.

Fico pensando em quem poderia ter me transformado se ao invés do Curso de Comunicação Social tivesse escolhido Nutrição, como estava na minha lista de preferências. Escolhas são como setas que indicam direções que moldam nosso destino. Algumas são enfáticas e, como divisoras de águas, redirecionam nossa caminho. Casamentos, por exemplo, mesmo que durem apenas meses, marcam a vida de qualquer vivente. Outras, as mais corriqueiras são aquelas que a gente define segundo a segundo.

Imagina o que aconteceria a longo prazo com nosso corpo e saúde se cada vez que formos lanchar optarmos pela fruta ao invés do pão de queijo, pelo chá ao invés de café com leite. No almoço, abdicaríamos às massas, frituras e sobremesas e optaríamos pelas saladas e legumes cozidos, substâncias que trazem saúde ao nosso organismo.

Se o corpo é sensível às escolhas alimentares, a alma se alimenta do que escolhemos pensar e sentir, o que faz toda a diferença na qualidade do nosso humor e, por consequência, na qualidade de vida, dia a dia. Mais do que isso, estende-se em contágio aos ambientes pelos quais passamos.

É duro dar-se conta que vamos construindo cada dia, de escolha em escolha, a vida individual e coletiva que merecemos por opção. Responsabilidade intransferível.


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