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Aurélio Decker

Falta prender, sobra planejar!

Leia artigo de Aurélio Decker

Aurélio DeckerAurélio Decker é jornalista

aureliodecker@sinos.net

Quase ao final do primeiro trimestre da administração da prefeita Fatima Daudt, me dói criticar a performance da Secretaria da Segurança, comandada pelo general Jungthon. Sei que há uma grande intenção de diminuir a criminalidade. Mas o inferno está lotado de boas intenções, sempre se diz. Anteontem, no meu comentário da Rádio ABC, fui cáustico, elevei a voz, bati pé, confessei que há poucos dias, no Grupo Pensando Novo Hamburgo, fiquei matutando o que a prefeita queria dizer ao sublinhar “que há um estudo sobre as vocações de cada contingente, Brigada, Polícia Civil, Guarda Municipal”. Eu preferiria que ela falasse sobre a GM nas ruas, contra a bandidagem.

Nem imagino o que está escrito nos relatórios, nas teses, pesquisas, gráficos na sala do general. Eu ando nas ruas, de dia e de noite. Falo com pobres, ricos, remediados, vagabundos e algum bandido enrustido. Então, vejo o drama da cidade, angustiada pela neurose que agigantou-se de um ano para cá. O fim do governo Lauermann foi de dar dó, “apartado” do PAZ. O então comandante da GM disse pra mim e pra Andrea Schneider, na época ainda xerife, que estava retirando a Guarda das funções de policiar, atuar na prevenção, porque isto incomodava muito a Brigada. Que não dá conta do serviço, mas ai de quem atrever-se a substituí-la! A Brigada não tem gente suficiente e, quando tem, vai tudo pra Porto Alegre espantar bandido, que aí pega o trem e vem assaltar aqui na região. Depois volta de carro roubado ou furtado em direção a Porto Alegre. Nunca vi a Guarda revistar suspeitos que descem nas nossas estações do trem. A Brigada pode não gostar.

É dose! A população paga a conta toda, e as instituições fazem só o que rezam as suas cartilhas internas. Dane-se o clamor das ruas! Quando o general foi empossado, na Câmara de Vereadores, falei no microfone que o currículo dele era excepcional de bom. Para o Exército. Confessei ter mais interrogações do que esperança de que o militar tão graduado pudesse comandar de fato a união dos três órgãos de segurança, mais Instituto de Perícias e Presídio Estadual, e com trânsito junto aos promotores e magistrados, coisas que a xerife fazia com naturalidade, trabalhando sem parar.


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