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Política

Requerimento que poderia aprovar Uber é reprovado pelos vereadores de Campo Bom

Com sete votos contra e apenas dois a favor, taxistas que acompanhavam a votação saíram satisfeitos do plenário

Juliana Nunes/GES-Especial
Taxistas ocuparam a rua em frente à Câmara de Vereadores de Campo Bom
A mobilização dos taxistas em Campo Bom teve um resultado. A votação na Câmara desta segunda-feira foi contrária ao requerimento dos vereadores João Paulo e Paulo Tigre (ambos do PMDB) que sugeria ao Executivo à regularização do transporte de passageiros por meio do aplicativo Uber. Com sete votos contra e apenas dois a favor os taxistas saíram do plenário em êxtase batendo palmas. Pouco antes da sessão começar o que se viu foi justamente um ambiente nada festivo. A categoria chegou ao local poucos minutos antes do início da sessão e trancou a rua com os táxis. Bastante exaltados, alguns taxistas ameaçaram quebrar a porta de entrada ao serem impedidos de entrar na Câmara, enquanto gritavam frases como “Chama o Tigre!”, em referência ao vereador. “Nós estamos dentro da lei, o Uber na cidade é um agrande absurdo. Se passasse o requerimento nós íamos falar com o prefeito”, comentou o taxista William de Oliveira, 27, que liderava o grupo e conseguiu, após tratativas, acompanhar a sessão junto com outros quatro colegas. “O que queremos na verdade é fomentar o debate, para que não aconteça como em cidades como Novo Hamburgo em que há agressões contra motoristas do Uber. Antes que o problema exploda queremos que haja o debate, a medida não é contra o taxista é a favor do usuário”, defendeu o vereador João Paulo.

O trecho em frente à Câmara de Vereadores de Campo Bom foi liberado por volta das 19 horas, logo após a votação em questão ter sido votada. Enquanto os vereadores João Paulo e Tigre se manifestavam Oliveira interrompia afirmando que ambos estavam contra a categoria e que não desistiriam facilmente. “É uma luta e vamos até o fim”, falou o taxista logo no início da sessão. Assim como João Paulo, Tigre também destacou que o foco do requerimento não era em favor de uma ou outra categoria, mas para que houvesse uma audiência pública sobre o tema. “Não era um projeto em benemérito ou demérito de alguém, o foco é que a população opte e que haja uma audiência pública depois para se discutir a legalização”, afirmou o vereador. Para conter a confusão (que contou com chutes dos taxistas na porta e muitos empurrões) que durou alguns minutos a Brigada Militar foi acionada. Policiais militares ficaram na entrada e dentro do plenário até o final da sessão.


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