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Paralisação

Reforma da Previdência: veja como foi o dia de protestos no País e no Estado

Com cartazes e bandeiras, grupos se organizaram em diferentes cidades do Estado e do País

Débora Ertel/GES-Especial
Após concentração na Praça do Imigrante, manifestantes saíram em caminhada pelo Centro de Novo Hamburgo
O dia foi de protesto em todo o País. Centrais sindicais convocaram os trabalhadores ao que chamaram de Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência. Várias categorias paralisaram as atividades e também promoveram atos unificados. A interrupção de serviços de transporte público e bloqueio de ruas e avenidas foram características do dia de hoje. No Rio Grande do Sul, além de Porto Alegre, cidades da região dos vales e do interior, também fizeram manifestações durante a quarta-feira (15). A paralisação de hoje coincide com o início da greve do magistério estadual no Rio Grande do Sul.

Na noite desta quarta, em Porto Alegre, acontece um ato contra a reforma da Previdência. Além do Cpers Sindicato, outras entidades começaram a se reunir por volta das 17 horas na Esquina Democrática, na área central da cidade. Nem a Brigada Militar, que acompanha a movimentação, e nem os ganizadores estimam quantas pessoas participam da ação. De acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o início da caminhada pelas principais ruas do Centro da cidade aconteceu de forma pacífica, sem grandes prejuízos ao fluxo de trânsito.

Veja o ato na Capital

Em Novo Hamburgo

Na manhã de hoje representantes de diversas categorias estiveram reunidos das 9 horas até as 10h30 na Praça do Imigrante. Após, saíram em caminhada pelas ruas do Centro com cartazes, bandeiras e apitos, convidando a população a se unir ao protesto. 

  • Manifestantes carregavam cartazes, faixas e convidavam população a se unir ao protesto
    Foto:Débora Ertel/GES-Especial
  • Após concentração na Praça do Imigrante, manifestantes saíram em caminhada pelo Centro de Novo Hamburgo
    Foto:Débora Ertel/GES-Especial
  • Protesto é contra a PEC da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer
    Foto:Débora Ertel/GES-Especial
  • Manifestantes bloquearam a RS-239, em Sapiranga, no início desta quarta-feira
    Foto:Mauri Schorn/Especial
  • Concentração acontece na Praça do Imigrante, no Centro de Novo Hamburgo
    Foto:Débora Ertel/GES-Especial

O trajeto, acompanhado pela Guarda Municipal, incluiu ruas como Pedro Adams Filho, Joaquim Nabuco e Nações Unidas. Participaram da manifestação SindProf-NH, Cpers, Associação dos Professores da Fundação Liberato, Simpro, carteiros, UERJ, bancários e os sapateiros e metalúrgicos de Sapiranga. 

No Estado e no Brasil

Cidades como Canoas, Caxias do Sul, São Leopoldo, São Lourenço, Pelotas e Passo Fundo, também realizaram atos de protesto durante a quarta-feira. Em Pelotas a última manifestação estava marcada para às 18 horas de quarta no Centro da cidade. 

Veja como foi o dia em Brasília

  • Prédios públicos também foram ocupados pelos manifestantes
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Protestos aconteceram em órgãos públicos de Brasília
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Grupos se concentraram na região central da sede do governo do País
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Reforma agrária também foi lembrada pelos manifestantes
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Foram diversas as causas levantadas pelos manifestantes, inclusive as pautas referentes à segurança pública
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Diferentes movimentos estiveram presentes nos atos em Brasília
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Integrantes de movimentos sociais ocupam o Ministério da Fazenda em protesto contra as reformas da previdência e trabalhista
    Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em São Paulo, os moradores ficaram sem metrô e sem ônibus nas primeiras horas do dia. No Rio de Janeiro, pelo menos 60 agências bancárias não abriram as portas. Paralisações contra a reforma da Previdência foram registradas também em Belo Horizonte, Paraná e Distrito Federal. Em Salvador, escolas paralisaram as atividades nesta quarta-feira. Algumas unidades da cidade devem manter a paralisação por dez dias, segundo a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, Elza Melo.

*Com informações da Agência Brasil


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