Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Polêmica

Google promete corrigir resultados de buscas

Portal quer modificar algoritmo, após denúncia de erros em buscas nos EUA que tiveram inclusive repercussão política

Divulgação/Google
Sede do Google em Mountain View, Califórnia. A empresa anunciou que vai modificar algoritmo de busca para evitar resultados não confiáveis
O Google informou nesta segunda-feira (6/3) que está trabalhando para resolver uma falha nos algoritmos que produziu resultados "inapropriados e enganosos" do seu motor de buscas e no seu assistente pessoal Google Home. O gigante da Internet reagiu depois que um blog de tecnologia destacou resultados de buscas que indicavam que o ex-presidente Barack Obama estava planejando um "golpe de Estado" e que quatro ex-presidentes dos Estados Unidos eram membros da Ku Klux Klan.

A publicação, no fim de semana, do editor do blog Search Engine Land, Danny Sullivan, mostrou que algumas consultas ao Google geraram respostas "terrivelmente erradas" que foram exibidas em destaque no site e emitidas pelo assistente pessoal Google Home, uma espécie de caixa de som inteligente. "Os exemplos problemáticos que eu apontei não parecem ter sido tentativas deliberadas", escreveu Sullivan. "Em vez disso, eles parecem ser resultado dos algoritmos e da aprendizagem automática do Google fazendo seleções ruins."

Sullivan disse que quando perguntou ao assistente pessoal se os republicanos americanos eram iguais aos nazistas, a resposta foi afirmativa. Também citou um exemplo em que o motor de buscas do Google listou quatro ex-presidentes dos Estados Unidos como membros "ativos e conhecidos" do KKK, embora não haja evidência histórica que apoie essa afirmação.

Os comentários sobre estas descobertas chegam em meio a uma polêmica sobre as "notícias falsas" que circulam pelo Google e pelo Facebook, e dos esforços dos gigantes da Internet para eliminar as informações enganosas. "Infelizmente, há casos em que destacamos um site com conteúdo inapropriado ou enganoso", disse um representante do Google, apontando que a caixa com resultados destacados que aparece na parte superior do site de busca se baseia em uma fórmula algorítmica.

"Quando nos alertam sobre um fragmento destacado que viola nossas políticas, trabalhamos rapidamente para eliminá-lo, o que fizemos neste caso. Pedimos desculpas por qualquer ofensa que isso possa ter causado", acrescentou.


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS