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Alongamento

Liberação miofascial: exercício fica melhor livre de tensões

Método de alongamento alivia nódulos que se formam na musculatura

Gabriela da Silva/GES-Especial
Júlia faz movimento de liberação de músculo da coxa

Estresse, tensões do dia a dia, má postura, movimentos incorretos e também o próprio exercício físico podem provocar contraturas ou pontos de gatilho, que são como pequenos nós que se desenvolvem na fáscia muscular – o tecido conjuntivo que cobre todos os músculos do corpo e permite que deslizem durante os exercícios. Pequenos, mas doloridos, estes nódulos prejudicam a elasticidade e a flexibilidade muscular, alteram a coordenação, dificultam o rendimento na prática de exercícios físicos e com o tempo podem culminar no surgimento de lesões, já que a circulação do sangue fica dificultada naquela parte. Para soltá-los, porém, existe uma técnica de alongamento fácil de ser aplicada e que ainda proporciona o que dá para se chamar de “dor boa”, seguida da sensação de relaxamento: é a liberação miofascial (mio = músculo + fáscia = tecido conectivo). Baseado no uso de rolos de espuma e sticks (bastões), usados para pressionar estes pontos com movimentos repetitivos de vai e vem, o método estimula a circulação local e aumenta a mobilidade articular, favorecendo a execução dos movimentos e diminuindo a sobrecarga nos músculos e articulações. “A técnica permite desfazer estes pontos e fazer um realinhamento das fibras, também diminuindo o risco de lesões”, destaca o coordenador geral do Centro de Condicionamento Físico Equilíbrio, de Novo Hamburgo, Julio Rodrigues.

No espaço focado em treinamento funcional, a técnica é aplicada durante o aquecimento, que compreende exercícios específicos de mobilidade e estabilidade articular voltados para a correção de limitações de movimentos. Adepta do treinamento funcional há cerca de um ano, a professora de Moda da Universidade Feevale Júlia Isoppo Picoli, 33 anos, confirma que sente diferença quando faz a liberação miofascial antes do treino. “Cada dia é diferente, então faço uma preparação para o músculo que vai ser trabalhado naquele treino. Gosto porque é extremamente dinâmico”, observa.

Gabriela da Silva/GES-Especial
Depois da liberação, Katiele faz exercício de estabilidade

Vale a autoliberação

Dentro deste treinamento funcional, primeiro é identificado o ponto de gatilho, depois se aplica a liberação e aí o alongamento continua, com movimentos específicos já ligados ao treino. Após orientação profissional, a técnica pode ser inclusive aplicada por conta própria. Aluna do Centro Equilíbrio, a empresária Katiele Schoenardie, 31 anos, até já comprou um rolinho para poder fazer a liberação miofascial. “Ajuda bastante antes do treino. E em casa, quando sinto algum nó já passo também”, comenta. O tempo de repetição de movimento vai depender de cada um, mas, segundo o coordenador geral do Centro, em média é preciso cinco minutos de liberação para que o músculo responda aos estímulos. “É impressionante como faz diferença. Se tem alguma contratura, logo passa a não fazer mais parte do corpo”, conta o administrador de empresas Marcos Feltraco, 52 anos, aluno do Equilíbrio. A técnica pode ser aplicada também depois do treino, para o relaxamento da musculatura.


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