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Os caras!

Confira quem foram os personagens do duelo entre Grêmio e Noia

Ramiro e Juninho tiveram destaque no confronto deste domingo

Ramiro, o equilíbrio do Tricolor

Juarez Machado/GES
Ramiro foi dedicado em campo e marcou o gol do Grêmio
O baixinho Ramiro – com 1,68 metro de altura – foi de novo o gigante gremista na primeira partida da semifinal diante do Novo Hamburgo. Mais uma vez residiu nele o ponto de equilíbrio do Tricolor e, junto com Maicon, a responsabilidade em ditar o ritmo na equipe de Renato Portaluppi. Desde a volta do treinador ao clube, Ramiro Moschen Benetti assumiu a camiseta de titular e não saiu mais do time. Primeiro, na vaga de Giuliano. Depois, na de Walace, numa regularidade impressionante durante todo o Gauchão e também na Libertadores. A nota 7 é sempre uma referência mínima quando se avalia o trabalho desenvolvido pelo volante. Aos 24 anos (faz 25 em 22 de maio próximo), Ramiro é aquele tipo de jogador que aparece pouco no quesito brilhantismo técnico, mas é DNA seu a marcação forte, o desarme, a leitura tática do jogo e a saída de bola qualificada, o que explicam a admiração do técnico e o respeito da própria torcida.  

E com uma singularidade: sabe tornar-se sempre o elemento surpresa, o jogador invisível e que aparece para a conclusão quando menos se espera. Como se viu ontem no único gol gremista, logo a 2min da segunda etapa, onde apareceu como atacante e mandou para a rede, fazendo seu quarto gol na temporada. Com o Tricolor tendo a necessidade agora de buscar o resultado, a importância do baixinho de Gramado cresce no elenco gremista. No Estádio do Vale o jogo será disputado e intenso a cada metro do campo. E onde o equilíbrio de Ramiro será fundamental.

Juninho, o motor do Anilado

Juarez Machado/GES
Juninho marcou o gol do Anilado na Arena
Em sua segunda passagem pelo clube do Estádio do Vale, e como ele mesmo diz, a sua melhor, Juninho foi o nome do jogo pelo lado do Novo Hamburgo. Nos anos 1980 se definiria o estilo do pernambucano Cícero José da Silva Júnior, 1.73 metro, revelado nas categorias de base do Santa Cruz, como o de jogador polivalente. Nos anos 1990, o motorzinho. Agora, é o chamado de jogador tático. Marca, defende e ataca com intensidade em todos os setores da meia-cancha, esbanjando pulmão em seus 30 anos.

Ontem, na Arena do Grêmio, se não foi singular no primeiro tempo, foi dele o único chute a gol do Noia. Na segunda etapa, a alta intensidade surgiu e uma pancada de direita, de fora da área, estufou a rede do goleiro Marcelo Grohe e calou a Arena. E vale frisar ainda o trabalho de marcação desempenhado na contenção às subidas de Léo Moura e Edílson e no entrosamento com Preto, Jardel e Amaral, seus companheiros de meia-cancha. Jogam por sintonia fina e também exalam experiência. Ainda nos 45min finais, foi de Juninho a triangulação com Assis e que parou no pé de Tiago Ott e dali para a bomba de Jardel explodir no poste esquerdo de Grohe e depois Lucas Santos perder um gol sem goleiro.

Mas também foi de Juninho, no jogo pela fase classificatória, o gol anilado contra o próprio Tricolor, no Estádio do Vale. Estrela que brilhou novamente ontem frente ao torcedor gremista e que ganha intensidade para o duelo final do próximo domingo, na casa do Anilado. Reside em Juninho a síntese do Novo Hamburgo no Campeonato Gaúcho: lucidez, técnica, organização tática e a crença de que é, sim, possível. (Amilton Belmonte)


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