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Marcos Schmidt

Uma cidade que funciona

Leia artigo de Marcos Schmidt

Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

O grande desafio das cidades brasileiras nesses dias de penúria é pagar as contas para manter os serviços básicos. Não é diferente na Capital do Calçado que celebra seus 90 anos num contexto nacional de 13,5 milhões de desempregados. O negócio é festejar com um bolo singelo, sem muita gastança. E ter uma cidade que funcione com inclusão, conforme resposta da prefeita Fatima Daudt na entrevista desse jornal.

Gosto desta frase: “As coisas precisam funcionar.” Aliás, tudo nesse mundo vira bagunça e não funciona se não tiver uma boa administração. Esse é o problemão lá em Brasília, onde as coisas só funcionam debaixo do pano, tudo motivado pela ganância de um sistema corrupto, uma “disfunção” que se alastra até nas máquinas de fazer linguiça.

Precisamos de cidades que funcionam com inclusão. Esta frase deveria ser colocada na bandeira brasileira junto com as palavras Ordem e Progresso. Quando tem ordem, tem progresso, as coisas funcionam, e há inclusão de todos os cidadãos. Por exemplo, em tempos de crise, nossos vereadores poderiam diminuir a despesa com diárias, pegar esse dinheiro e tapar os buracos nas ruas da cidade. É importante viajar e fazer cursos, mas a estrada precisa estar em condições para todos. Na verdade, as coisas só começam a dar certo numa cidade quando todos são incluídos na hora de repartir o bolo do aniversário.

Interessante que o apóstolo Paulo, depois de explicar como as coisas funcionam na igreja com os “diferentes dons de acordo com a graça que Deus nos deu” (Romanos 12.6), lembra logo depois que todas as autoridades políticas foram colocadas por Deus na sua devida função, devemos obedecer e pagar impostos, somente os que fazem o mal devem ter medo dos governantes, e quando as autoridades cumprem seus deveres, estão a serviço de Deus. Paulo diz isto para aqueles que também são cidadãos do céu (Filipenses 3.20) e têm a grande motivação para transformar a sua cidade num lugar funcional e feliz para todos morarem.

“Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme” (1 Corintios 12.2), diz o apóstolo num contexto onde o desafio é pensar em todos e manter a vida funcionando.


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