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Suzana Kunz

O mundo na palma da mão

Leia artigo de Suzana Kunz

Suzana KunzSuzana Kunz é publicitária, especialista em Marketing e Psicologia

suzana@imagempropaganda.com.br

Minha mãe, que nasceu no início do século passado, desconfiava quando eu relatava tudo o que faz o minúsculo aparelho chamado celular: envia cartas em tempo real, acessa emissoras de rádio, tv e jornal, pesquisa qualquer assunto em biblioteca ultra-sofisticada, localiza rotas mostrando mapas e direções, realiza compras em lojas do mundo inteiro e recebendo-as em casa (de passagens aéreas a carros), aluga casas, reserva hotéis, viagens, agenda e memoriza compromissos, fotografa e trata as imagens, conversa por escrito, discute em grupos formando opinião e influenciando comportamentos e mais uma infinidade de afazeres além, é claro, do básico que quase mais ninguém utiliza - telefona. É de entender que para alguém nascido no início do século passado, o telefone celular e seus “benefícios” representa uma tecnologia impensável, algo meio demoníaco.

Como atuo profissionalmente na área da comunicação, incentivei nossa empresa a argumentar aos clientes mais tradicionais sobre a relevância em incluir estratégias em redes sociais, onde o telefone celular reina absoluto. Chamado de mobile, anda por tudo junto ao usuário, onde quer que ele esteja, a tal ponto de ser considerado extensão das funções fisiológicas. Um médico amigo meu, ao conversarmos sobre a perda de memória decorrente do uso de alguns medicamentos, afirmou convicto de que, hoje em dia, não precisamos mais da memória, pois temos o celular. Minha mãe diria “Deusulivre”.

Eu digo que vejo uma nova sociedade emergir e que sou grata por ter nascido e aprendido a pensar numa época mais tranquila em que se tinha tempo de elaborar estratégias a longo prazo. Penso que minha geração foi beneficiada com a possibilidade de criar e improvisar soluções inteligentes com uma visão sistêmica bem menos fragmentada. Contudo, ter a oportunidade de acompanhar o advento deste “mundo novo” é um presente que agrega muito valor. Estou curiosa pra saber o que vão inventar daqui a 20 anos.


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