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José Roberto Diehl

O sonho pode virar realidade

Leia artigo de José Roberto Diehl

José DiehlJosé Roberto Diehl é jornalista

Prestes a completar 106 anos no próximo dia 1o, o Esporte Clube Novo Hamburgo pode escrever, no mês da sua fundação, o capítulo mais importante da sua história. Tenho pouco mais da metade da idade do Noia, mais precisamente 54 anos. A partir da infância, o vermelho e o azul anil me tornaram um torcedor dupla face. Cresci e profissionalmente enveredei para os lados do jornalismo. E foi na editoria esportes do Jornal NH que eu fiquei na maior parte dos 32 anos de trabalho no Grupo Sinos. O torcedor que virou jornalista esportivo passou a ver o futebol com os olhos da razão, e não do coração. Neste ponto, tanto como repórter ou editor, acho que cumpri o papel de informar, deixando as cores clubísticas de lado.

Durante muito tempo, fui setorista do Anilado, principalmente nos tempos do inesquecível Estádio Santa Rosa, bem perto da minha casa. Acompanhei o clube pelo interior gaúcho afora em disputas nas duas principais divisões do nosso futebol. O ECNH se solidificou com uma das forças do Estado e há muito tempo está na elite. Carrega o orgulho de nunca ter fechado o seu departamento de futebol profissional. Mas, para o querido Novo Hamburgo, eu sempre queria mais. Vieram algumas conquistas regionais e bons resultados fora daqui. Veio 2017 e, com ele, mais um Gauchão na nossa vida. Na minha, dessa vez, longe da cobertura jornalística. Virei só torcedor. E o Noia veio com tudo nessa temporada. Assisti até agora a todos os jogos da invencibilidade no Estádio do Vale. Vibrei com a série histórica de vitórias consecutivas. Vi, com orgulho, o time do técnico Beto Campos passar por cima do meu lado rubro no Beira-Rio.

A equipe se solidificou e faz um Gauchão exemplar, com o maior número de pontos da temporada. A noite do domingo passado foi histórica. Depois de empatar na Arena no domingo anterior – e por pouco não ganhar –, pisou no Vale perto da final. Saiu perdendo para o Grêmio, mas buscou o empate e se garantiu na decisão com um triunfo nos pênaltis.

A alegria tomou conta do pavilhão anilado. Era a história do clube sendo escrita com muita emoção. Não consegui e nem quis conter as lágrimas, assim como muitos outros torcedores. O Noia merece ser finalista. É o time que pratica o melhor futebol deste campeonato. O favorito ao hepta é o gigante Inter de D’Alessandro & Cia. Mas não será surpresa se o título ficar no bairro Liberdade.

Não vou estar com a credencial jornalística no peito, mas, como torcedor, já me sinto campeão. Só falta o capitão Preto levantar a taça na noite do próximo dia 7. Ele e a nação azul anil merecem. O sonho pode virar realidade.


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