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Temer admite reunião com Odebrecht, mas diz que não falou de dinheiro

Executivo da empreiteira afirma que negociou pagamento de US$ 40 milhões ao PMDB em 2010

Twitter/@MichelTemer/Reprodução
Michel Temer publicou o vídeo na tarde desta quinta-feira (13) nas redes sociais
O presidente Michel Temer afirmou, nesta quinta-feira (13), que "jamais" esteve a par dos negócios ilícitos entre empresários da Odebrecht e políticos. A declaração foi feita em um vídeo postado nas redes sociais da Presidência da República. Em uma declaração feita às autoridades em dezembro de 2016, o ex-executivo da empreiteira, Márcio Faria, revela detalhes de uma reunião ocorrida em 2010 junto com políticos do PMDB, entre eles Temer, para confirmar um pagamento de 40 milhões de dólares ao partido, propina que asseguraria à Odebrecht a concessão de um contrato com a Petrobras.

Temer admitiu ter participado da reunião, mas negou ter conhecimento de tais negociações. "A mentira é que nessa reunião eu teria ouvido referência a valores financeiros ou a negócios escusos da empresa com políticos", afirmou o presidente. "Isso jamais aconteceu. Nem nessa reunião nem em qualquer outra reunião que eu tenha feito ao longo da minha vida pública com qualquer pessoa física ou jurídica. Jamais colocaria a minha biografia em risco", acrescentou ele. 

O vídeo da delação de Faria foi divulgado na última quarta-feira (12) junto com centenas de outras delações de ex-executivos da empreiteira que aceitaram colaborar com a Justiça em troca da redução de suas condenações. Apelidada de "a delação do fim do mundo", a confissão em massa da Odebrecht, que teve um papel fundamental no esquema de subornos da Petrobras, levou a uma onda de investigações contra oito ministros do governo Temer, um terço do Senado e cerca de 40 deputados.

Temer, que assumiu a Presidência em 2016 após a destituição de Dilma Rousseff, não pode ser investigado por casos externos a seu mandato. Em 2010, quando participou da reunião em questão, era candidato à vice-presidência. "A minha maior aliada é a verdade, matéria-prima do poder judiciário, que revelará toda a verdade dos fatos", afirmou.


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