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Referência do time

Capitão anilado ficou para liderar a equipe na Série D

Preto é o único titular do título gaúcho que permaneceu no Estádio do Vale

Gustavo Henemann/GES-Especial
Após a conquista do Gauchão, Preto projeta uma boa campanha do Noia também na Série D do Campeonato Brasieliro, na qual o Anilado estreia domingo
O Novo Hamburgo passou por uma grande reformulação para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro após ter conquistado o título inédito de campeão gaúcho. O único jogador remanescente do time titular foi o meia e capitão João Luis Ferreira da Silva, o Preto. É possível dizer que a reconstrução anilada passa pela expressão: “é o Preto e mais dez”. O camisa 7 já era o pilar da meia-cancha do Noia no Gauchão, mas agora a responsabilidade dele, que já era grande, se tornou ainda maior. Preto é o ídolo da torcida e o protagonista da equipe comandada pelo técnico hamburguense Ben Hur Pereira.

O atleta, de 35 anos, é o mais experiente do grupo que estreia na quarta divisão nacional neste domingo contra o São Bernardo-SP, às 16 horas, no Estádio do Vale. Preto afirmou que ainda acredita que o ano histórico do Noia não acabou. “Meu coração me diz que algo bom pode acontecer neste segundo semestre. Sabemos que é difícil, mas pelo que tenho visto, dos jogadores que vêm chegando, acredito que vai se encaixar ao que o clube oferece e ao que o professor Ben Hur quer. Sei que é tudo muito rápido, mas porque não pode dar certo?”, destacou o meia anilado. Os ingressos para o jogo de domingo começam a ser vendidos nesta sexta-feira no Estádio do Vale e custam 30 reais.

ENTREVISTA

Qual tua opinião sobre a reformulação do elenco para a Série D após o título estadual?

Vejo isso como normal, até porque fizemos uma grande campanha e sabia que podia acontecer isso. Foi um momento de tristeza, mas também de alegria. Tristeza por desfazer um time que a gente fez em 30, 40 dias, e fazer tudo o que foi feito com essa equipe foi algo fantástico. E feliz por todos estarem bem empregados, a maioria na Série B. Já passei por momentos assim quando voltei para o Novo Hamburgo em 2010.

Você também tinha proposta para sair. Por que decidiu ficar no Noia?

Junto com minha família decidi ficar. Algumas propostas vieram para mim, mas decidi ficar. Conversei com o Luiz Stefanello Schaidt (ex-presidente) e o Everton Cury (vice-presidente de futebol), e troquei algumas ideias com pessoas que confio, amigos que me aconselharam, e junto com minha esposa e filhos, decidi permanecer. Sempre coloquei que meu desejo era ficar aqui até encerrar minha carreira. E assim segue. É o meu pensamento. O Cury e o Schaidt fizeram uma coisa que ficou boa para mim e então dei a preferência por ficar.

Ser o único titular da equipe campeã do Gauchão te transfere ainda mais responsabilidade agora?

Sempre tive responsabilidade grande no clube. Quando não rendi o esperado, sempre fui cobrado. A responsabilidade continua a mesma, mas com o título do jeito que foi, eu mesmo vou me cobrar mais. Se eu pude vencer o Campeonato Gaúcho, que é um dos estaduais mais difíceis, porque não posso vencer a Série D? Esse é o meu objetivo principal.

E o pouco tempo de preparação pode interferir?

A preparação vai ser curta, mas, ao mesmo tempo, certa, junto com o Eduardo Maus (preparador físico) e o Ben Hur, que conhecem os jogadores. Com o decorrer dos jogos vamos nos conhecendo, chegou uma rapaziada boa, estou bem contente.

Podemos dizer que o Noia vai ser “Preto e mais dez”?

Não. Todos sabem da história que tenho no clube. Independente da situação sempre busquei meu espaço. Não fiz porque tenho história ou moral no clube, mas por fazer merecer meu espaço. Esse é o meu jeito, estou acolhendo esses meninos que estão chegando. Acredito que aí pode estar nosso resultado. Acolher esse pessoal vai ser importante para fazer um bom campeonato.


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