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Finanças

Após maior alta desde 1999, dólar cai a R$ 3,29 nesta sexta-feira

Ibovespa havia despencado 8,79% ainda na quinta-feira; cenário político do Brasil tem influência na moeda

AFP
Dólar teve queda acentuada desde que escândalos políticos foram divulgados
Após a maior alta desde 1999, na última quinta-feira (18), diante da crise política, gerada pela delação da JBS, o dólar opera nesta sexta-feira (19) em queda de 2,86%, a R$ 3,292. Ontem, o dólar saltou 8,16%, a R$ 3,39. No mercado de ações, após desabar mais de 8% na véspera, o índice Ibovespa sobe 1,97%, aos 62.837 pontos.

"O dólar está caindo muito em função da atuação do BC e do Tesouro, com a venda de dólares e a compra de títulos prefixados. Além disso, os ativos já estavam muito estressados. O ambiente externo também está favorecendo esse movimento, já que a divisa americana perde força em escala global hoje", analisou Paulo Petrassi, da Leme Investimentos. 

Na quinta-feira, o Banco Central anunciou intervenção de até seis bilhões de dólares no mercado de câmbio por três sessões a partir desta sexta-feira, sendo dois bilhões por dia. A autoridade monetária fará leilões diários de 40 mil contratos de swap cambial, instrumento que funciona como venda de dólares no mercado futuro. Ontem, o BC já havia oferecido ao mercado US$ 2 bilhões de contratos de swap.

Ontem, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, desabou 8,79% ontem, aos 61.597 pontos, maior recuo desde outubro de 2008, auge da crise financeira internacional. Na abertura dos negócios, o Ibovespa chegou a cair mais de 10% e o circuit breaker foi acionado, paralisando os negócios por meia hora. Esse mecanismo não era usado há quase nove anos.

Bancos

O Banco do Brasil sobe 6,27% (R$ 28,78), depois de derreter 19,91% no dia anterior. No Bradesco PN, a alta de 3,22% (R$ 28,18) ocorre depois de um tombo de 13,11%. A Cemig, que havia despencado 20,43%, agora salta 7,56% (R$ 7,54).

A JBS, protagonista desta crise, segue em queda. No pregão desta sexta, a queda é de 0,34% (R$ 8,55), após recua de 9,8% ontem. É a sétima queda seguida dos papéis da companhia.

Nos juros futuros, os contratos não têm direção definida. O DI para janeiro de 2018 é negociado a 9,88%, contra 10,08% ontem; o DI para janeiro de 2019 está em 10,33%, ante 10,41%; o com vencimento em janeiro de 2021 projeta taxa de 11,42%, contra 11,39% ontem.


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