Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Crise política

Para delator, campanhas de Dilma e Temer em 2014 eram uma coisa só

Ricardo Saud disse que PT comprou PMDB e fazia o que queria com o partido

Lula Marques/Agência PT
Michel Temer e Dilma
Após atacar pesadamente o presidente Michel Temer, acusando-o de ter recebido propina de 15 milhões de reais em 2014, o diretor da JBS Ricardo Saud ainda teve tempo para falar da ação em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode levar à cassação de seu mandato. Na delação, Saud disse que as campanhas de Dilma Rousseff e Michel Temer, candidatos a presidente e vice, eram uma coisa só.

A ação é contra a chapa vencedora da eleição de 2014, mas como a titular "a ex-presidente Dilma Rousseff" saiu do cargo após um processo de impeachment, o principal afetado pela decisão do TSE poderá ser o próprio Temer. Em sua defesa, o presidente vem dizendo que as contas devem ser separadas. Ou seja, seria possível condenar Dilma e, ao mesmo tempo, absolvê-lo.

Embora em nenhum momento tenham falado abertamente da ação, o assunto veio à tona após provocação do próprio advogado de Saud, Francisco de Assis Silva.

"Quando o senhor fala campanha de vice-presidente, nesses pagamentos de propina, o senhor via uma campanha só ou duas campanhas?", questionou o advogado, no fim de um depoimentos prestados por Saud em 5 de maio.

"Como duas campanhas?", indagou Saud sem entender.

"Uma de vice e outra de presidente", esclareceu o advogado.

Saud então respondeu:

"Não, uma campanha só. Era uma campanha única. O dinheiro saía do PT e ia para o PMDB, do PMDB para o PT. Porque eles compraram o PMDB. Respondendo o senhor melhor, eles compraram o PMDB e faziam o que queriam com o PMDB. O PMDB pegava o dinheiro e também gastava do jeito que queria."

Segundo Saud, os 15 milhões de reais entregues a Temer viriam a ser redistribuídos a peemedebistas de todo o País. O dinheiro saiu da "conta corrente" mantida pelo PT na JBS, que chegava a 300 milhões de reais e era alimentada por recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BDNES) e dos fundos de pensão.


PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS