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Violência

Marido de mulher morta a tiros em Parobé se entrega à Polícia

Homem, de 30 anos, estava com a prisão preventiva decretada desde terça-feira

Polícia Civil/Divulgação
Guilherme Santos Mendes, 30 anos, é o principal suspeito de ter matado Jéssica Leite da Silva
O principal suspeito de ter efetuado os três tiros que mataram a jovem Jéssica Leite da Silva, de 22 anos, se apresentou à Polícia nesta quinta-feira (18). O crime aconteceu na noite da última segunda-feira no bairro Colina do Leão, em Parobé. Conforme o delegado Rafael Sauthier, o marido da vítima, Guilherme Santos Mendes, 30 anos, estava com a prisão preventiva decretada deste terça-feira pela Justiça. 

Mendes prestou depoimento nesta tarde aos investigadores. O crime é tratado pela Polícia como passional, e o caso, como feminicídio (assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher). Mendes desconfiava de traição da mulher.

De acordo com relato de testemunhas à Polícia, Mendes foi visto por vizinhos deixando a residência da família na Rua Adroaldo Mesquita da Costa logo após os disparos. O crime aconteceu por volta das 21h30.

Violência contra a mulher

Conforme dados da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS), Parobé registrou, entre 2012 e o primeiro semestre deste ano, cinco casos de feminicídio consumados. No mesmo período, foram nove ocorrências de feminicídios tentados, 1.188 ameaças contra mulheres e 640 casos de agressão.

No Estado, somente no primeiro trimestre deste ano, 22 feminicídios foram registrados, o que corresponde a 22,9% do total de ocorrências em 2016. Conforme o Mapa da Violência, de 2015, o Brasil está entre os países com maior índice de homicídios femininos: ocupa a quinta posição em um ranking de 83 nações. A taxa é de 4,8 assassinatos a cada 100 mil mulheres.

O crime de feminicídio é descrito pela lei nº 13.104/2015 como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Assim, trata-se do assassinato de uma mulher cometido por razões da condição de sexo feminino, quando o crime envolve “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”.

*Colaboração Débora Ertel 


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