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Política

Turbilhão de Brasília repercute na região

Lideranças falam do momento político que vive o País e dos desdobramentos

Adriana Lima/Adriana Lima/GES-Especial
Ato na Praça do Imigrante pediu a renúncia do presidente Michel Temer, em Novo Hamburgo
A crise política no Brasil, agravada com as revelações de um dos sócios do frigorífico JBS, o pronunciamento do presidente Michel Temer (PMDB) e cumprimento de mandados na residência do senador Aécio Neves (PSDB), também repercutiram na região. Os reflexos das gravações que apontariam que o mandatário do País sugere a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e, como consequência, agitaram os bastidores políticos em Brasília foram comentados por lideranças políticas locais.

O que dizem

Fatima diz que é preciso planejamentoFatima daudt, prefeita de Novo Hamburgo (PSDB)

“O que estamos acompanhando hoje, no cenário nacional, é prejudicial para a economia, para o País e para as próprias instituições. No entanto, o Brasil precisa passar por essa assepsia moral.”

Clarita de Souza, presidente do PT/NHClarita de Souza, presidente do PT/NH

“A sociedade está impactada. Não se imaginava algo dessa magnitude. A linha sucessória está toda fragilizada e as eleições seriam uma forma de retomada da credibilidade. Com a Dilma tiveram todo esse movimento pela sua saída apontando pedaladas fiscais e vejam o que eles tiveram capacidade de fazer.”

Joel Gross, presidente do PSDB/NHJoel Gross, presidente do PSDB/NH

“Independente de partido, figurão ou quem seja, precisam ser investigados. No momento em que for comprovado, as penas devem ser aplicadas. Já a renúncia do Temer é o caminho mais curto para a normalidade. O País não pode lidar com mais um pedido de impeachment. Os prejuízos ainda poderão serão maiores.”

João Raimundo da Fonseca, presidente do PMDB/NHJoão Raimundo da Fonseca, presidente PMDB/NH

“Existem questões políticas, mas precisamos ver a questão constitucional, o Michel Temer estava fazendo um bom governo. A imagem do nosso partido em meio à crise política não é diferente dos outros. Em relação ao presidente, não há em princípio a delação homologada referente a essa acusação.”


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