Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Deputado

Onyx Lorenzoni admite ter recebido R$ 100 mil da JBS

Alceu Moreira, Jerônimo Goergen e o ex-deputado e ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira também teriam recebido vantagens indevidas

Ao menos quatro políticos gaúchos foram citados nas delações de Joesley Batista e Ricardo Saud, dono e executivo da JBS. Eles teriam, supostamente, recebido vantagens indevidas da empresa. Segundo a Zero Hora, são eles, os deputados Alceu Moreira (PMDB), Onyx Lorenzoni (DEM), Jerônimo Goergen (PP) e o ex-deputado e ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira.

No Twitter, o jornalista Alexandre Machado, da Bandeirantes, publicou que o deputado Onyx Lorenzoni admitiu ter recebido 100 mil reais em caixa 2 e deu a seguinte declaração: "Assumo o erro com a JBS e reafirmo que não peguei dinheiro da Odebrecht". 

Os valores, que teriam sido entregues em 2014, foram:

Deputado federal Alceu Moreira - R$ 200 mil

Deputado federal Onyx Lorenzoni - R$ 200 mil

Deputado federal Jerônimo Goergen - R$ 100 mil

Deputado federal Paulo Ferreira, suplente - R$ 200 mil 

O outro lado

Por meio de nota, o deputado federal Alceu Moreira informa que não detém conhecimento integral dos fatos relatados e tem convicção da licitude de suas condutas.

Veja a nota na íntegra

"O deputado federal Alceu Moreira informa que não detém conhecimento integral dos fatos relatados e tem convicção da licitude de suas condutas. Esclarece que os valores recebidos por sua campanha, em 2014, foram de forma regular e declarados à Justiça Eleitoral, que aprovou a prestação de contas."

Em seu perfil no Facebook, o deputado federal Jerônimo Georgen afirmou que seu nome foi novamente "citado de forma indevida em delações no âmbito da Lava Jato". Em seu site, o político publicou documentos adicionais.

Veja a íntegra da nota

"Lamentavelmente, mais uma vez vejo meu nome citado de forma indevida em delações no âmbito da Operação Lava jato. Gostaria de esclarece que recebi, sim, doações oficiais da JBS na última campanha para a Câmara Federal, no valor total de R$ 850 mil. Valores repassados de forma direta à minha campanha e também via Partido Progressista (PP).

A denúncia trazida por Joesley Batista e Ricardo Saud dão conta de um repasse ilegal no valor de R$ 100 mil. Não faria sentido aceitar tal pagamento pelo relacionamento correto que sempre mantive com a empresa. É preciso destacar que minha aproximação com o grupo empresarial se deu através do ex-ministro da Agricultura, Pratini de Moraes, a quem assessorei no Ministério da Agricultura e que, posteriormente, veio ser diretor da JBS. O apoio formal e oficial se deu através dessa relação e pelo trabalho correto que sempre realizei em defesa do setor agropecuário.

Sempre recebi apoio oficial e registrado na Justiça Eleitoral. Meus sigilos bancário, fiscal e telefônico seguem abertos e já há inclusive um processo de investigação concluído na Receita Federal, onde o órgão nada detectou em relação à minha conduta. Sigo apoiando a Lava Jato e me colocando à disposição das autoridades, em especial do Ministério Público e da Polícia Federal. Total transparência para os meus eleitores e para a sociedade gaúcha. Abaixo, em anexo, o extrato das doações da JBS à minha campanha, todas elas registradas na Justiça Eleitoral, com os respectivos valores.

E as cópias das agendas do dia 12 de setembro de 2014, data em que me acusam de ter recebido R$ 100 mil de forma indevida. Neste dia, cumpri um extenso roteiro de campanha em diversos municípios gaúchos, na companhia de lideranças regionais. Mais uma vez vou provar minha inocência, de cabeça erguida, sempre me dirigindo de forma muito aberta e honesta com todos vocês. Inclusive já fiz contatos telefônicos com as autoridades do Ministério Público Federal - MPF e Polícia Federal - PF, me colocando inteiramente à disposição."

O Jornal NH aguarda o posicionamento dos deputados Onix Lorenzoni e Paulo Ferreira. 


PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS