Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Dados de 2016

Acesso ao banco pelo celular quase duplicou

Levantamento da Febraban aumentou crescimento de 96% na comparação com ano anterior

Stock Xchng/Divulgação
Usuários brasileiros aumentam operação bancária via smartphone
O brasileiro está aderindo às soluções digitais para serviços bancários, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou nesta quarta-feira (10/5). As transações por celular dobraram no ano passado e atingiram o patamar de 21,9 bilhões de operações, um crescimento de 96% em relação a 2015.

Atualmente, 42 milhões de contas ativas no País já usam esse recurso, o que representa um crescimento de 27%. Também aumentou o atendimento em canais digitais e o uso das agências bancárias, ainda responsáveis por 16% dos atendimentos, está mais qualificado.

Os dados se referem a 2016 e fazem parte da Pesquisa de Tecnologia Bancária encomendada pela Febraban. O estudo envolveu 17 instituições financeiras no Brasil, que representam 91% do mercado. O estudo identificou um aumento expressivo das operações financeiras em smartphones, com crescimento de 140% em um ano, indicando aumento da percepção de segurança nas operações. De acordo com a pesquisa, os três tipos de transações mais realizados pelo mobile banking foram transferências bancárias, pagamentos de contas e consultas de saldos.

Outro dado apontado na pesquisa é que 9,5 milhões de clientes já são considerados heavy users, ou seja, usuários constantes por meio de smartphones. Esse público realiza mais de 80% de suas operações por esse canal.

Inovação

Os investimentos no setor foram de R$ 18,6 bilhões de reais no ano, um pouco abaixo dos valores de 2015, e giraram em torno da experiência do cliente. Os investimentos se concentraram em computação cognitiva (capacidade de os computadores processarem informações a partir de informações previamente processadas, com 24% do total de recursos) e analytics (interpretação de dados para aperfeiçoar os serviços, com 47%).

Segundo a Febraban, há quase um milhão de contas totalmente digitais e a expectativa é que esse número chegue a 3,3 milhões até o final do ano. Contas digitais são aquelas abertas por meio totalmente eletrônico, sem contato presencial entre clientes e instituições financeiras.


PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS