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Anvisa

Teste de farmácia para vírus da aids ganha registro no Brasil

Produto será vendido em farmácias e drogarias, acessível ao público em geral

Orange Life/Divulgação
Autoteste aprovado pela Anvisa tem 99,9% de precisão

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou nesta semana o primeiro autoteste para detectar o vírus da aids. O produto será vendido em farmácias e drogarias, acessível ao público em geral.

O Action, da empresa Orangelife Comércio e Indústria, funciona com a coleta de gotas de sangue, semelhante aos testes já existentes para medição de glicose por diabéticos. O resultado aparece na forma de linhas que indicam se há ou não presença do anticorpo do HIV. O resultado leva de 15 a 20 minutos para ficar pronto. O teste funciona para os dois subtipos do vírus que provocam a aids.

O autoteste aprovado pela Anvisa demonstrou 99,9% de precisão. Porém, o produto só é capaz de indicar a presença do HIV 30 dias depois da situação de exposição - quando a pessoa pode ter tido contato com o vírus da aids, que pode ser por uma relação sexual sem proteção ou pelo compartilhamento de agulhas, por exemplo. Esse período de 30 dias é o tempo que o organismo precisa para produzir anticorpos em níveis que o autoteste consegue detectar. Se uma nova situação acontecer após esse período um novo teste precisa ser feito, respeitando o prazo necessário para detecção e as confirmações necessárias.

O preço do produto será definido pelo mercado, já que no Brasil não existe regulação de preços para produtos de saúde e a Anvisa, por lei, não pode fixar este valor. No entanto, segundo a fabricante, pode ficar em torno de 50 reais.

A ideia do registro do autoteste do vírus da aids vinha sendo estudada desde 2015, ano em que a Anvisa havia regulado o registro de produtos para diagnóstico in vitro do HIV.

O que fazer depois do resultado?

Resultado negativo: é recomendável que o teste seja repetido 30 dias depois e outra vez depois de mais 30 até completar 120 dias após a primeira exposição. O período sempre deve ser contado a partir da última situação de risco.

Resultado positivo: a pessoa deve procurar um serviço de saúde para confirmação do resultado com testes laboratoriais e encaminhamento para o tratamento gratuito adequado, se for necessário.


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