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Dia a dia

Óculos devem proteger contra raios ultravioleta

Acessório é necessário mesmo em dias nublados e para iluminação artificial

Inézio Machado/GES
Óculos com lentes protetoras são necessários também para uso de equipamentos como smartphones e computadores
Tão importante quanto ver a temperatura, para ter noção de que roupa vestir ao sair à rua, é saber o índice de emissão de raios ultravioleta (UV) no dia. Com os níveis extremos de radiação solar no Rio Grande do Sul, o óculos de sol se torna um item indispensável para a saúde ocular. E a preocupação não se restringe aos dias ensolarados. “Não é porque está nublado que não há incidência de raios, já que vários meios refletem o raio UV”, alerta o optometrista Eduardo Machado, presidente da Associação do Comércio de Joias, Relógio e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul).

Ele explica que o índice vai do nível 1 a 15, classificando-se em baixo (<2), moderado (3 a 5), alto (6 a 7), muito alto (8 a 10) e extremo (>11) e o risco maior começa a partir do nível 4. No entanto, mesmo no nível baixo é importante a proteção da região dos olhos, já que os índices se alteram várias vezes ao dia, conforme o horário e a condição do tempo. “A atenção a estes fatores deve ter muita relevância, pois os efeitos dos raios UV são cumulativos e assintomáticos se agravando com o tempo de exposição”, destaca. Os problemas pelo acúmulo de radiação, pela alta exposição aos raios UV, aparecerão ao longo dos anos e envolvem doenças como catarata, pterígio (formação carnosa que avança sobre a córnea) e câncer de pele nas pálpebras. “O que acontece é silencioso, quando perceber já está num processo de catarata, por exemplo. É um processo de degeneração e não tem como se prever isso. É ocasionado pelo acúmulo, por isso, o ideal é a proteção”, reforça Machado.

E para proteger a visão, não basta apenas usar óculos escuros, é preciso que a lente tenha filtro de proteção contra raios UV. Pois, sem o filtro, a lente escura dilata a pupila, aumentando a entrada dos feixes de luz nos olhos.

Cuidados também na iluminação artificial

Arquivo pessoal/Arquivo pessoal/Divulgação
Eduardo Machado é optometrista e presidente da Ajorsul
Os cuidados com a visão não são necessários apenas ao ar livre, já que muitas lâmpadas e equipamentos como smartphones, computadores e aparelhos de televisão modernos também emitem radiação, embora em menor intensidade. Assim, é indispensável o uso de óculos com lentes protetoras, mesmo para quem não tem a necessidade do uso das corretivas. “É visível o aumento no número de casos de catarata precoce, entre pessoas na faixa dos 50 anos. Na era digital, as pessoas chegam a passar 7 horas em cima de um equipamento, cuja emissão de radiação do espectro azul é prejudicial para o cristalino e também para a retina”, comenta Machado. Ele observa que uma pessoa de 25 anos que passa este período de tempo em frente à tela de um computador, por exemplo, provavelmente em 15 anos pode começar a apresentar problemas de visão, se não proteger os olhos corretamente. O optometrista destaca que vários fabricantes de lentes disponibilizam produtos com a proteção para os diferentes raios nocivos e é fundamental que as lentes tenham proteção para quem necessita do óculos para correção da visão.


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