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Osvino Toillier

Em memória do estadista

Leia artigo de Osvino Toillier

Osvino ToillierOsvino Toillier é mestre em Educação e vice-presidente do Sinepe/RS

Assisti, no sábado, à cerimônia de sepultamento do Chanceler Helmut Kohl, da Alemanha, em cerimônia na Catedral de Speyer, com participação de líderes mundiais, em homenagem ao grande líder que conduziu o complexo momento da reunificação das duas Alemanhas.

Sinto-me um pouco testemunha ocular da história, porquanto fui hóspede oficial também da Alemanha Comunista, e vivi as tensões que precederam a queda do Muro de Berlim em 1989, pelo que se ouvia dos dois lados e dos desdobramentos que precederam esse acontecimento histórico em outros países da então Cortina de Ferro.

Para quem se lembra dos tensos momentos da queda do Muro e da Cortina de Ferro e, especialmente, da reunificação das duas Alemanhas, há de reconhecer a importância do momento histórico para a humanidade, que superou com estes acontecimentos do período tenso da Guerra Fria, que nos aproximou perigosamente de um conflito nuclear.

É difícil dizer o que teria não fosse a figura exponencial de Helmut Kohl, que soube fazer alianças, superar ressentimentos e construir pontes inimagináveis anteriormente, como, por exemplo, receber líder da Alemanha Oriental como chefe de Estado, vencer a resistência do líder francês e começar a lançar as bases para a aproximação de inimigos históricos.

Foi um resgate histórico à altura da figura maiúscula de Helmut Kohl, o líder europeu que recebeu justa homenagem pelas lideranças mundiais, que escreveu seu nome no panteão dos grandes heróis.

Todo o cerimonial foi tocante, com a presença de altas autoridades mundiais, além de milhares de pessoas que foram reverenciar o líder que consumou um capítulo de história e ajudou a construir uma ponte sobre tempos de intolerância e a tragédia de uma guerra que ceifou milhões de vidas.


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