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Lava Jato

Em sentença, Moro admite que pode ter errado ao tornar públicas conversas de Lula e Dilma

Leia na íntegra a decisão do magistrado que condenou Lula no caso do triplex

Na sentença em que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove meses e meio de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, o juiz Sergio Moro admitiu que pode ter errado no episódio em que tornou público os grampos de conversas do petista com a ex-presidente Dilma Rousseff. No grampo, Dilma e Lula conversavam sobre o termo de posse para que o petista assumisse o cargo de ministro da Casa Civil. No diálogo, a ex-presidente dizia que o documento seria enviado para que Lula usasse, caso fosse necessário.

Na ocasião, o diálogo causou tensão e especulações de que o ex-presidente poderia ser preso por tentativa de obstrução de Justiça. A suspensão do sigilo foi motivo de polêmica e debate entre juristas. A atitude de Moro foi criticada pelo Supremo Tribunal Federal, já que Dilma tinha foro privilegiado.

Moro se defendeu e disse que o problemas dos diálogos não era o levantamento do sigilo, mas o conteúdo que revela tentativa de Lula obstruir as investigações quando assumisse o cargo de ministro.

"Não deve o Judiciário ser o guardião de segredos sombrios dos governantes do momento e o levantamento do sigilo era mandatório senão pelo Juízo, então pelo Supremo Tribunal Federal. Ainda que, em respeito à decisão do Supremo Tribunal Federal, este julgador possa eventualmente ter errado no levantamento do sigilo, pelo menos considerando a questão da competência, a revisão de decisões judiciais pelas instâncias superiores faz parte do sistema judicial de erros e acertos", escreveu o magistrado.

Confira na íntegra a decisão de Sérgio Moro


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