Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Segunda instância

Processo de Lula será julgado antes da eleição de 2018, diz presidente do TRF4

Em entrevista, Thompson estima que julgamento ocorrerá entre agosto e setembro do próximo ano

Miguel Schincariol/AFP
Protesto em São Paulo apoio a Lula e contra a sua condenação em primeira instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro
O desembargador Carlos Eduardo Thompson, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), afirmou, em entrevista à Rádio BandNews FM, que o processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a nove anos e meio de prisão pelo juiz Sergio Moro estará julgado em segunda instância até agosto de 2018, antes da eleição presidencial.

Sergio Lima/AFP
Manifestantes celebram em Brasília a condenação do ex-presidente Lula a quase 10 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; ele vai recorrer em liberdade
Na entrevista, concedida na manhã desta quinta-feira (13), Thompson afirmou que não haverá mais rapidez na decisão, mas que a previsão segue o curso natural do processo. "Posso afirmar com quase absoluta certeza que antes da eleição esse processo já estará pautado e julgado no tribunal", afirmou o desembargador.

Um político só se torna inelegível se a condenação em segunda instância ocorrer antes do registro da candidatura.

Thompson explicou que a defesa do ex-presidente Lula e o Ministério Público Federal poderão inicialmente ingressar com um recurso ao próprio juiz Sergio Moro, chamado de embargo de declaração. Apenas depois dele é que são impetradas as apelações de sentença ao TRF4.

"O Ministério Público quer recorrer porque quer aumentar a pena e a defesa também vai recorrer porque visa uma absolvição, mas antes disso cabe o embargo de declaração, que é para o próprio juiz", explicou o presidente do TRF4.

No TRF4, o primeiro passo é dar vista ao Ministério Público. Em seguida, o processo é encaminhado ao desembargador João Pedro Gebran Neto, que é o relator dos processos da Lava Jato em segunda instância. O relator elabora seu voto e o encaminha para o revisor, o desembargador Leandro Paulsen, que também ira elaborar um voto. A partir daí, a data do julgamento pode ser marcada

Thompson disse que as decisões têm sido tomadas com celeridade. Lembrou que o juiz Sergio Moro já proferiu 32 sentenças da Operação Lava Jato, das quais 28 registraram apelações ao TRF4 e 12 já foram julgadas.


PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS