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Comunidade

Consinos define cédula da Consulta Popular

Verba para a região do Vale do Sinos é de R$ 2.280.000,00

Rafael Petry/GES-Especial
Encontro: debate que elegeu nove pontos reuniu representantes na Universidade Feevale
Na tarde de sexta-feira, foi realizada a Assembleia Regional Ampliada do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) do Vale do Rio do Sinos (Consinos), com participação de representantes da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) do Rio Grande do Sul. O evento aconteceu na Universidade Feevale e durante o encontro foram definidos nove projetos que irão compor a cédula de votação da Consulta Popular 2017, válida para o Orçamento Estadual de 2018.

Os itens definidos foram: Apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar; recuperação de mananciais: silvicultura – plantio de árvores; programa conexão – rede estadual intermunicipal de cultura; regionalização do turismo; parques, polos e incubadoras tecnológicas; ampliação, reforma e aquisição de equipamentos para estabelecimentos de saúde vinculados ao SUS (unidades de média e alta complexidade); equipamentos para galpão de reciclagem; vídeo monitoramento/cercamento eletrônico e aquisição de viatura para Bombeiros e/ou Brigada Militar. Estes itens foram escolhidos a partir dos projetos que fazem parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Região do Vale do Rio dos Sinos. Dos 35 representantes presentes, 21 votaram a favor destas propostas.

A verba destinada para a região do Consinos para 2018 é de R$ 2.280.000,00, que serão divididos igualmente em três projetos desta lista que vão ser definidos pela Consulta Popular 2017. A votação ocorrerá nos dias 1o, 2 e 3 por meios eletrônicos e tem a participação da população das 13 cidades que integram o planejamento deste ano.

13 cidades participantes

Para o vice-presidente do Consinos, João Luiz Weber, a Assembleia foi positiva. “Evidente que é um momento novo e importante porque ela é baseada no Planejamento Popular montado nos últimos 18 meses. Com isso, é normal que algumas dúvidas existam. Entretanto, é bom porque se pode construir novas demandas, como hoje que dividimos a demanda da segurança pública em dois itens. O fator negativo é que o recurso é menor neste ano. Mas, nesta situação atual, qualquer valor deve ser procurado”, comenta Weber.

Segundo a diretoria do Consinos, a cidade de Canoas optou por não participar da Consulta Popular neste ano, ficando um total de 13 municípios participantes. São eles: Araricá, Campo Bom, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia. O coordenador estadual da Consulta Popular, Teomas Baumhardt, garante que os recursos serão repassados. “Já temos um acordo com a Secretaria de Fazenda que o que for definido tem a prioridade para 2018. A população pode ter a certeza de que vai votar e vai receber no ano seguinte. Após a consulta, voltaremos na região para definir com os municípios classificados nestas demandas eleitas como o recurso será distribuído”, explica Baumhardt.

Demanda da Defesa Civil não foi incluída 

Para o presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento (Comude) de Novo Hamburgo, os outros itens deveriam participar da escolha. “Ficamos decepcionados com o processo, porque entendemos que ele foi modificado. Retiraram a demanda de Defesa Civil que dez municípios tinham como escolha. A consulta popular, na minha opinião, é ouvir a população. Mesmo assim, vamos participar das outras demandas, mas estamos conversando com os outros presidentes para manifestar o nosso descontentamento com o Governo do Estado”, declarou.

O tesoureiro do Consinos, Carlos Augusto Haag, explica que “vários projetos foram elaborados e passados para o governo. No entanto, alguns deles foram identificados que não teria verba para ser executado. Em nenhum momento foi identificada verba para a Defesa Civil, então já se sabia que não existiria orçamento para isso.”


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