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Trânsito

''Não sei como a gente vai viver sem ela'', diz sogra de jovem morta em acidente

Flávia do Carmo Marques de Lima, de 26 anos, morreu após motorista alcoolizada colidir no carro em que ela estava com o marido

Arquivo pessoal/Arquivo pessoal
Flávia e Jeferson estavam casados há um ano

“Ela só trabalhava e estudava, daqui seis meses ia se formar na Feevale. E eles estavam tão felizes programando uma viagem no fim do ano. Não sei como a gente vai viver sem ela”, desabafa Marlise Teresinha Trevizani, de 59 anos, sogra de Flávia do Carmo Marques de Lima, de 26 anos, a jovem que morreu em um acidente de trânsito na noite de quinta-feira (20), no bairro Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo.

Flávia seguia em um Volkswagen Gol vermelho, ao lado do marido Jéferson Cristiano Wiederkehr, 29 anos, que foi atingido por um Honda Fit prata e chegou a tombar na Avenida Victor Hugo Kunz, próximo ao cruzamento com a Rua Marquês de Souza. Antes de colidir contra o Gol, o Fit atingiu outros quatro carros.

Entre lágrimas, Marlise conta que o casal era bastante unido. “Eles estavam juntos há 12 anos, namoraram praticamente 11 e depois casaram no ano passado, no dia 16 de julho. Domingo passado ela fez uma festinha surpresa pra ele, porque se casaram no dia do aniversário do meu filho, e o Jéferson ainda brincou que não se comemorava o aniversário dele mais, só o casamento”, lembra.

A sogra da jovem ainda disse que Jéferson só ficou sabendo da morte da esposa hoje. “A gente falou com ele hoje de manhã, ficou todo desesperado. Eles estavam no início da vida, agora iam começar a passear. E estavam construindo uma casa bem bonita no Canudos”, comenta Marlise.

Jéferson teve alta hoje por volta do meio-dia e, segundo a mãe, estava bem e reclamava de dores no corpo. Ele se forma em Engenharia Elétrica na Unisinos no ano que vem.

O velório de Flávia do Carmo Marques de Lima teve início às 17 horas na sala B da Funerária Krause. O enterro está previsto para as 11 horas deste sábado (22), no Cemitério Evangélico de Hamburgo Velho.

Estudante dedicada e bolsista voluntária

A notícia da morte de Flávia também abalou amigos e colegas da Feevale, onde ela cursava Farmácia e trabalhava no Laboratório de Controle de Qualidade de Medicamentos e Cosméticos desde maio de 2013. Hoje, a universidade manteve sua bandeira em meio mastro, em sinal de luto.

“Ela era exemplar tanto nas atividades profissionais, quanto na vida acadêmica, era incansável e não se contentava simplesmente em trabalhar e estudar na Universidade Feevale e ainda era bolsista voluntária do laboratório de Toxicologia. Tinha dias que ela trabalhava de tarde e de noite e durante a manhã era voluntária em projetos de pesquisa”, conta a coordenadora do curso de Farmácia da instituição, professora Bárbara Spaniol, destacando a vontade da jovem em aprender novas técnicas.

A docente fez contato com a aluna pouco antes do acidente. “Umas 20 para as nove foi minha última mensagem, a gente se falava sempre, é muito difícil, muito complicado pra mim, pros colegas”, lamenta.


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