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Marco Cassel

Simples assim

Leia artigo de Marco Cassel

Marco CasselMarco Cassel é palestrante

consultoria@marcocassel.com.br

Num desses finais de semana que a gente gostaria que durassem para sempre, estava com minha família na praia. Minha filha de oito anos convidou-me para entrarmos na água. Estávamos brincando, pulando ondas. Olhei para ela e vi que estava muito, muito feliz. Sua alegria era contagiante. Seu nível de vibração impressionante. Naquele momento, fiquei pensando por que não conseguia atingir o nível de alegria dela. Estava me divertindo, mas, não conseguia me divertir como ela. Por quê? Se quando eu era criança extrapolava qualquer limite de alegria, se é que alegria tem limite.

Num determinado momento, minha filha virou-se para mim e disse: “Pai! Olha! Até aquela nuvem está sorrindo pra gente! Olhei para o céu. Uma nuvem branca, com formato arredondado, parecia algodão. No meio dela, um pouco para baixo, um espaço vazio em formato de uma boca. Uma imensa boca sorrindo. Parecia estar realmente sorrindo para nós, se é que não estava.

Quando olhei para aquela nuvem, entendi por que as crianças são mais alegres, mais felizes, vibram muito mais do que nós adultos. Elas vibram com as coisas simples, com os pequenos acontecimentos. A felicidade, para elas, brota em todos os lugares.

Naquele instante, me senti mais leve, muito mais cheio de vida e literalmente me joguei. Me joguei na água, na alegria, na vibração de minha filha. Se até a nuvem sorria para nós, por que não me divertir como uma criança? Acho que ficamos umas duas horas na água. Este banho lavou minha alma.

Quando perdemos a capacidade de vibrar, não vivemos. Vibre, porque a vida é vibração. Quando paramos de vibrar, paramos de viver, apenas respiramos.

Se minha filha, quando se tornar adulta, perder esta capacidade incrível de vibrar e se encher de felicidade com as coisas simples, espero que sua filha olhe para ela e diga: “Mãe! Olha! Até aquela nuvem está sorrindo pra gente...”


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