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Marcos Schmidt

Nas garras do cifrão

Leia artigo de Marcos Schmidt

Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

Dependemos do cifrão, para o bem ou para o mal. Hoje, por exemplo, quanto eu preciso para sobreviver até o final do dia? Aliás, se não fosse o dinheiro, minha vida seria mais tranquila? Igual à situação do Neymar, negociado por oitocentos milhões de reais? Do Bill Gates, que tem na sua conta 300 bilhões de reais? Ou igual à condição de vinte milhões de famintos na África e na Ásia, que no mês passado, segundo a ONU, dependiam urgentemente de quatro bilhões de euros para não morrerem de fome? Mas, se a humanidade gasta dois trilhões de dólares por ano em armamento, então, por que ela mata os que têm comida e deixa morrer os que têm fome? No Brasil, os cifrões também matam noutra guerra, que não esqueçam os donos do poder entorpecidos pelas propinas.

Miseravelmente, dependemos do cifrão. Até os discípulos de Jesus. Nem duzentas moedas de prata adiantavam para alimentar a multidão esfomeada no deserto. “Mande esta gente embora”, disseram para Jesus. “Eles não precisam ir embora, deem vocês mesmos comida para eles”, retrucou o Salvador. A solução estava na ordem natural da criação. Esta história, descrita nos quatro Evangelhos, teria um desfecho trágico se não fosse a interferência direta do Criador com a multiplicação dos pães. Mas, hoje, o milagre continua no poder divino estendido à semente, à chuva, ao sol, enfim, para toda criação. O milagre do pão de cada dia, tragicamente, também depende de um coração livre das garras do cifrão.

Foi desta liberdade que Jesus se referiu quando lembrou que não adianta nada ganhar as riquezas do mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira (Mateus 16.26). Por isto, as palavras do profeta: “Por que vocês gastam dinheiro com o que não é comida? Por que gastam o seu salário com coisas que não matam a fome?” (Isaías 55.2). Bem abaixo do valor de mercado, vendido por trinta moedas de prata, Jesus convida: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim, nunca mais terá fome” (João 6.35).


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