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Nathalia Cadó

Um ato enorme, mas não tanto

Leia artigo de Nathalia Cadó

Nathalia CadóNathalia Cadó é estudante de Letras e blogueira do Jornal NH - www.jornalnh.com.br

A independência é uma palavra enorme em seu significado e no que simboliza para cada um. É um ato libertador. É um sonho que não se consegue sem a luta, sem o esforço, sem a maturidade. Mais do que um simples desejo, é algo que depende de nós mesmos para que dê certo. Talvez simplesmente tirar a carteira de motorista e ter um carro não é ser independente. Quem sabe nem morar sozinha seja. Eu ainda moro com meus pais e não sei dirigir. Mas aprendi a me virar no ônibus sozinha. Aprendi a limpar a casa, a administrar o meu salário, a tomar minhas decisões, a organizar minha rotina e pagar as minhas contas sem ajuda alguma. Junto dinheiro para o que quero e sonho. Sou mais independente do que muita gente que ganhou um carro e um lugar para morar de modo fácil.

Ainda me arrisco a dizer que é realmente independente quem aprende a amar a si mesmo. E confesso que, no mundo de tanta inveja, cobiça e cobranças no qual vivemos, gostar de si é algo cada vez mais raro.

Por último, a independência tem algo de autonomia envolvido nela. De estar só. Quase o contrário de se sentir protegido. Mas não é. Porque, por mais que todos sejamos capazes de ser livres, isso é impossível sem a proteção. Ela é como uma âncora, uma base que sempre vai estar ali, para orientar, aconselhar, dizer. Quem ela é? Cada um tem a sua. Cada um sabe quem é. Uma das melhores sensações, creio eu, é saber que há quem se preocupe com a gente. É essa preocupação que nos dá vontade e maturidade em poder seguir nossos passos sozinhos, mas sem deixar de olhar para trás.

Por mais que a independência nos ensine a tomar atitudes e nos traz eternos aprendizados, recorrer à sabedoria, a quem nos ajuda, é um sinal de humildade que nos faz mais fortes, pois significa que queremos tomar decisões cada vez melhores. Afinal, ninguém pode se amar sozinho.


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