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Ivar Hartmann

Viva a revolução

Leia artigo de Ivar Hartmann

 Ivar Hartmann Ivar Hartmann é promotor aposentado

ivarhartmann@hotmail.com

Talvez o Canadá seja o único país americano que nunca teve uma revolução. Aqui no Brasil, a Revolução de 30 levou Getúlio ao poder, derrubando um governo reacionário e incompetente e lançando o Brasil na era da industrialização e da garantia de nossas riquezas, como o petróleo. Em Cuba, o povo cansado fez uma revolução que expulsou os bandidos americanos que tornaram o país um grande cassino-cabaré sob o olhar complacente do ditador. No México, a revolução foi contra um imperador estrangeiro imposto ao povo.

Sempre que a ordem constitucional é usada para prejudicar o povo, é justo que este povo se levante em armas e derrube quem governa. Como diz o preâmbulo de todas as constituições, com palavras semelhantes: “Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido.” O bom de uma revolução é que a camarilha governante não pode fugir para outra sigla política ou ficar alguns anos no anonimato até atacar de novo. São expurgados, caçados, banidos e até mortos. Com muitas injustiças, claro.

Falo da Venezuela, não do Brasil. Aqui, Judiciário, Ministério Público e imprensa são independentes e garantem ao povo esperança. Na Venezuela, o governo conseguiu tornar os ricos, pobres e os pobres, miseráveis. O presidente e seus generais traficantes de drogas conseguiram unir todas as camadas sociais contra si. A ONU, a União Europeia e a OEA, todas são contra o presidente, por razões políticas. O povo da Venezuela é contra porque passa fome. O único caminho é a revolução. Que cobrará o mesmo preço em sangue, que o governo está cobrando. Uma nova Sierra Maestra para responder com violência a violência das tropas de Maduro. Virar Caracas ao avesso, atacando os paramilitares maduristas. Armas se compram ou se desviam dos quartéis.

Revolucionários? Aos milhares entre civis e militares cuja vida e honra Maduro e seu governo destruiu. Quando os rebeldes tomarem a capital, a normalidade voltará à nação para reconstruir este país arrasado.


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