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Na Capital, Geraldo Alckmin diz que pleito de 2018 será ''eleição da experiência''

Governador de São Paulo esteve em Porto Alegre durante o painel ''Política Industrial para Avançar o Desenvolvimento dos Estados Brasileiros"

Amilton Belmonte/Amilton Belmonte/GES-Especial
Geraldo Alckmin durante evento em Porto Alegre na tarde desta sexta-feira (11)
Reafirmando que Michel Temer pena para governar por não ter a credibilidade do voto, o governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB às eleições, Geraldo Alckmin, voltou a negar a saída da sigla da base aliada do governo e afirmou que o pleito de 2018 será "a eleição da experiência". As declarações foram feitas nesta sexta-feira (11), em Porto Alegre, após participar do painel “Política Industrial para Avançar o Desenvolvimento dos Estados Brasileiros”, do projeto Brasil de Ideias.

“Como temos responsabilidade vamos ajudar o Brasil. Claro que é uma quadra difícil, mas são reformas necessárias. O nosso tempo é o tempo da mudança, da velocidade da mudança e o Brasil não pode ficar pra trás em fazer um conjunto de reformas”, disse. Sobre os sinais de "debandada" do chamado “Centrão”, bloco de partidos aliados de Temer e o que poderá significar uma possível derrota na votação da reforma da Previdência, Alckmin exaltou o regime geral de previdência social. “Não tem sentido regimes tão distintos entre o trabalhador da iniciativa privada e do setor público. Um regime só de previdência, onde o teto seja o teto do INSS e acima disso seja previdência complementar, com benefício e contribuição definidas”, disse.

Quanto ao perfil do candidato às eleições do próximo ano, onde o novo é tido como bandeira por alguns, Alckmin foi enfático no recado, sem citar nomes. “O que é o novo? É em relação a idade? É não ter sido ou sido candidato? Acho que o novo é defender o interesse coletivo. O Brasil foi dominado pelas corporações no setor público e privado e aí o País fica nessa situação que ficou. Avalio que a eleição de 2018 vai ser a eleição da experiência, no bom sentido”, frisou, citando que os 13 milhões de desempregados são "fruto de um populismo destrutivo e inexperiência arrogante".

Sobre sua possível candidatura à Presidência da República, pregou unidade. “Se eu for candidato, e não é uma decisão pessoal, é coletiva, eu vou trabalhar para unir o Brasil. Claro que tem disputa e é saudável que haja, mas naquilo que puder haver convergência. Tem questões hoje que não são mais ideológicas, mas de senso comum”, frisou.


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