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Literatura

Escritores hamburguenses lançam obras sobre a imigração alemã no dia 26

Felipe Kuhn Braun e Gilberto Abrão apresentam suas novas obras na noite da próxima terça-feira

A história dos alemães na região e em todo o Estado é o tema de três obras que serão lançadas na próxima terça-feira (26) por dois autores de Novo Hamburgo.  Às 20 horas, no auditório Adão Schmitt, da Fundação Scheffel, o vereador e escritor Felipe Kuhn Braun faz o lançamento de dois livros seus com foco histórico da colonização alemã no Brasil. A morte: antigas tradições e suas representações no Sul do Brasil e Alemães no Brasil: 1824-1945 trazem fotografias e documentos sobre a vida dos imigrantes nos séculos passados. Os dados levantados por Braun fazem parte da pesquisa que ele desenvolve há 16 anos, com imagens de seu acervo pessoal que ultrapassa 37 mil fotos, de 650 famílias visitadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Argentina Uruguai e Alemanha.

O amuleto

Já o escritor Gilberto Abrão lança seu quarto livro, às 18 horas, no Break Café (Avenida Pedro Adams Filho, 4860 – Centro), O Amuleto de Leila. A história acompanha Otto, um garoto, filho de pastor evangélico que nasce em um vilarejo do interior do Rio Grande do Sul, habitado por descendentes de colonos alemães, e Leila, filha de uma família de palestinos. A trama aborda os conflitos entre nacionalidades e religiões dos pais e amigos do casal de protagonistas.

O escritor ainda tem em seu currículo os livros Mohamed, o latoeiro, de 2009, O muçulmano e a judia de 2011 e O escriba de Granada, de 2014.


Divulgação
Felipe Kuhn Braun
Felipe Kuhn Braun

Chegando à 15ª obra publicada, Felipe Kuhn Braun destaca que suas pesquisas, desenvolvidas desde os seus 14 anos, também servem para documentar um aspecto muitas vezes não abordado pela história. “A história brasileira deixa passar importantes contribuições da colonização alemã para o desenvolvimento do País. A indústria que temos hoje, a primeira igreja não-católica, os minifúndios, são características da influência alemã”, comenta. “E é interessante analisar como esses imigrantes entendiam a morte e lidavam com ela. As fotos que faziam dos parentes falecidos, a comunicação. Essa é uma obra única sobre o assunto.”


Gilberto AbrãoGilberto Abrão

O escritor, que atua como palestrante sobre literatura, conflito entre israelenses e palestinos e sobre o radicalismo islâmico, destaca que sua obra trata de histórias que acontecem todos os dias.

“É muito comum uma moça muçulmana se apaixonar por alguem não muçulmano. E quando os pais do moço são mais conservadores, a coisa se torna mais radical ainda. Nessa história, os dois lados são muito conservadores. Foi o que me fez escrever esse romance. A comunidade árabe é imensa e os pais buscam que os filhos casem com sua própria etnia e religião para evitar conflitos. É uma versão mais leve e moderna da história de Romeu e Julieta”, comenta.


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