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Ivar Hartmann

O Hino Nacional

Leia artigo de Ivar Hartmann

 Ivar Hartmann Ivar Hartmann é promotor aposentado

ivarhartmann@hotmail.com

Há alguns meses, uma gurizota ofendeu um goleiro com um termo racista. O termo que os argentinos usavam tempo atrás contra os brasileiros: macaquitos! Antes não tinha a força de ofensa que tem agora e, portanto, certo: bani-lo e castigar quem insiste em não agir esportivamente nos estádios de futebol. Falo em futebol porque são os estádios mais populares do país, e onde deveria se aproveitar para ensinar. Ensinar juízes, jogadores, dirigentes e o que mais de povo tiver. Vamos ao caso: o Hino Nacional não é um arreganho de música para cantar de qualquer jeito, no ritmo que aprouver. É um dos símbolos nacionais, tão importante quanto a própria Bandeira. É a materialização do País e o que deve unir todos os brasileiros. Daí o porquê ser ensinado nas escolas, cantado em cerimônias públicas e tocado em ocasiões em que são disputados jogos nacionais. Como todos assistimos a várias partidas de futebol por semana da Copa do Brasil ou do Brasileirão, deem uma olhada mais atenta nos juízes e jogadores no meio do campo. Quem canta o Hino? Quem balbucia o Hino fazendo de conta que canta? Quantos babacas postados no centro do campo ao início das partidas simplesmente silenciam? Quantos imbecis, antes de terminar os últimos acordes, não ficam saltitando? No último jogo de Grêmio e Santos, um deles, se não me engano, durante o Hino, cuspiu na grama. É uma coisa tão absurda que peço o testemunho dos leitores, talvez eu não tenha visto direito. Agora, o que eu vejo, sim, são dezenas de locutores a serviço das televisões, gravarem as cenas e silenciarem. Medo dos jogadores ou dos clubes? Não tiveram medo de denunciar o racismo da guria. E não têm coragem quando algo muito maior é desrespeitado? É um País onde nada se respeita e tudo é possível. Alguém duvida do porque de tantos ladrões e canalhas ocuparem tantos cargos importantes do Executivo e Legislativo? Mas, para que se preocupar? Nossos tataranetos terão uma vida melhor.


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