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Ana Cecília Romeu

Quando é maravilhoso escrever

Leia artigo de Ana Cecília Romeu

Na tese de Rosângela A. Carniel - Práticas pedagógicas e a produção de textos criativos -, há dados a respeito do baixo rendimento na escrita de alunos do ENEM, SAEB, SAERS; e de uma dinâmica criativa com crianças do quarto ano de uma escola pública, quando foram considerados os saberes do aluno para propor a produção textual. E o quanto os resultados foram satisfatórios.

Segundo Carniel, “o êxito deu-se em grande parte porque se trabalhou dentro da visão de educação como prática de liberdade, conforme ensina Paulo Freire: a escola precisa aproveitar as experiências pessoais do aluno e de sua comunidade, de modo que o educador promova diálogos e ensine a partir de exemplos oferecidos pelos alunos.”
A criança tem de ser ouvida e sua escrita passar por seu campo de experiência e interesses para desenvolver um texto sem achar que é atividade obrigatória apenas; e, sim, algo interessante como uma brincadeira. Para que, em certo momento, escreva sobre qualquer assunto solicitado, sem medo e bloqueios.

Quando pequena, contava sobre a volta às aulas, data disso e daquilo, quando queria escrever sobre as corridas do Speed Racer e o pudim de pão da minha mãe, o melhor e mais surpreendente de todos. Mas não encontrei esse incentivo em sala de aula.
Aos 12 anos, montei meu primeiro caderno de textos: uma compilação de pensamentos acompanhados de ilustrações. Senti como se fosse uma extensão de mim, uma contribuição.

A escrita forma leitores que forma escritores. Os desafios dos textos na infância, hoje, são maiores: esta é uma geração digital. Deve também ser considerada a sua inserção nesse meio; senão o ensino ficará de costas rezando em latim, ao invés de ser fio condutor de uma confraternização.

Que a criança seja ouvida, para que ao escrever não veja apenas uma folha em branco, mas todo um universo a preencher e duas ou três eternidades para contar.


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