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Marcos Schmidt

Furacão Mamom

Leia artigo de Marcos Schmidt

Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

No Brasil, o furacão tem outro nome, bem maior e mais devastador. Ele vem derrubando tudo, emprego, segurança, hospital, escola, casas, dignidade, a vida das pessoas. O mais trágico é que esconderam a previsão meteorológica. Copa do Mundo, Olimpíadas, Pré-Sal, emprego sobrando, enfim, todo mundo na beira da praia. Mas, o céu escureceu de repente e veio o furacão Mamom.

Na crença maia dos antigos povos da América Central, huracan era o deus das tempestades e que hoje conhecemos como furacão. Ele nasce sobre o mar quando as águas estão muito quentes, vira um redemoinho gigantesco de ventos e faz todo este estrago que o Irma provocou. Com o aquecimento das águas oceânicas, nossos filhos e netos vão precisar construir suas casas mais firmes. E com o furacão Mamom, qual o futuro deles?

Mamon é um termo hebraico na Bíblia para descrever a riqueza material acompanhada da cobiça, também personificado como uma divindade. É um fenômeno da natureza humana, que tem origem nos mares aquecidos pela ganância e que sempre provocou morte e destruição. Não foi por falta de aviso para o Geddel, com seus 51 milhões, e para o Joesley, com seu “nóis não vai preso”. É antigo: “Os que querem ficar ricos caem em pecado ao serem tentados e ficam presos na armadilha de muitos desejos tolos, que fazem mal e levam as pessoas a se afundarem na desgraça e na destruição. Pois o amor ao dinheiro é uma fonte de todos os tipos de males” (1 Timóteo 6.9,10). Por isto, o aviso de Jesus que ninguém pode servir a Deus e também servir ao mamom (Mateus 6.24).

Ninguém tem desculpa que não foi avisado do furacão. Ninguém tem desculpa que não tem um abrigo seguro. “Quem ouve esses meus ensinamentos”, alerta Jesus, “e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha” (Lucas 6.24).


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