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Ivar Hartmann

Atendimento no Ministério da Saúde

Leia artigo de Ivar Hartmann

 Ivar Hartmann Ivar Hartmann é promotor aposentado

ivarhartmann@hotmail.com

Quando pensamos: “... tenho de ir a” (e lembramos do órgão governamental de destino, municipal, estadual ou federal), normalmente sentimos um arrepio na espinha se não temos neste órgão alguma pessoa conhecida para nos dizer quais caminhos devemos seguir para resolver nossa demanda. Parece que muitos servidores públicos esquecem que são servidores, isto é, empregados da população, pagos por ela para prestar serviços de interesse das comunidades onde atuam. E os jornais estão cheios de notícias a respeito. As que mais chamam a atenção, é claro, é das lutas de órgãos públicos contra os médicos que não querem bater ponto, forma moderna de verificar se a pessoa está ou não trabalhando. Aliás, uma das vantagens de que gozam os médicos e, ao contrário do restante da população, não precisarem servir de jurados, este enfadonho trabalho que a democracia nos traz.

Nesse desinteresse coletivo, são conhecidas as piadas criadas desde a premissa do funcionário de não resolver prontamente o problema que se lhes apresenta. Sempre o melhor é mandar a outro guichê, outro colega, mandar voltar no outro dia, mandar anexar mais um papel. Deve ser uma doença originária ou da covardia de agir ou da preguiça de fazer. Nesta situação, pedi a um amigo para resolver um problema meu no Núcleo estadual do Ministério da Saúde, em Porto Alegre. Na Avenida Borges de Medeiros, 536, quinto andar. Se bem me lembro, devem estar lá há uns 30 anos. Quando meu amigo voltou, perguntei e ele falou: “Fui muito bem atendido!” Brasileiro velho, logo lhe perguntei: “Mas o que houve?” E ele: “Não, de verdade, fui muito bem atendido!” Hosanas! Hosanas nas Alturas! Ante tão surpreendente notícia, resolvi telefonar para o órgão e, em duas ocasiões diferentes, falei com duas pessoas distintas. A lhaneza no trato, o interesse em resolver, a vontade de prestar informações que me dirimissem dúvidas, olha, francamente, foi uma surpresa maravilhosa.


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