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Repercussão

Após relatório da PF, Temer critica 'barbárie de punição sem provas'

Em nota, presidente diz que 'garantias individuais estão sendo violentadas'

Evaristo Sá/ AFP
Presidente Michel Temer (PMDB)
Sem citar nomes, o presidente Michel Temer atacou a Polícia Federal um dia depois de o órgão apontar indícios de crime praticado por ele, ministros e deputados do PMDB. Em nota nesta terça-feira (12), Temer diz que "garantias individuais estão sendo violentadas, diuturnamente", e que há a tentativa de condenação sem ouvir os acusados. O peemedebista ainda disse que falsos testemunhos alteram o passado.

"O Estado Democrático de Direito existe para preservar a integridade do cidadão, para coibir a barbárie da punição sem provas e para evitar toda forma de injustiça. Nas últimas semanas, o Brasil vem assistindo exatamente o contrário.

Garantias individuais estão sendo violentadas, diuturnamente, sem que haja a mínima reação. Chega-se ao ponto de se tentar condenar pessoas sem sequer ouvi-las", diz comunicado do Palácio do Planalto. A nota só traz defesa direta ao relatório da PF em uma frase, quando diz que as doações privadas em campanhas eleitorais eram previstas em lei.

Além de afirmar que reputações são destruídas e que acusados não são ouvidos, Michel Temer atacou "facínoras" e "bandidos", sem citar nomes. Segundo ele, os "facínoras" roubam a verdade, ao passo que bandidos constroem versões sem consistência para alcançar "impunidade" ou "perdão". Ainda, Temer menciona "ações clandestinas". As declarações do presidente vêm um dia após a prisão de Joesley Batista, dono da JBS e delator que gravou Temer no Jaburu.

Também nesta segunda-feira, a Polícia Federal apontou indícios de crimes de Temer, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral), o ex-ministro Geddel Vieira Lima e dos ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves. "O grupo agia através de infrações penais, tais como: corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, evasão de divisas, entre outros crimes cujas penas máximas são superiores a 4 anos", afirmou a PF, em nota, nesta segunda-feira. O Planalto havia respondido que Temer "não participou e nem participou de nenhuma quadrilha".



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