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Depoimento

Moro volta a interrogar Lula nesta quarta-feira em outra ação por corrupção passiva

O depoimento de Lula está previsto para começar às 14 horas

AFP/AFP
Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em julho a quase dez anos de prisão, será interrogado novamente nesta quarta-feira (13), em Curitiba, pelo juiz Sergio Moro, em outro processo por corrupção passiva. Lula, que recorre em liberdade, encara acusações pesadas, após seu ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, admitir que as suspeitas contra o petista têm fundamento. O depoimento de Lula está previsto para começar às 14 horas.

O Partido dos Trabalhadores (PT) promete mobilizar a militância para defender seu fundador, de 71 anos, mas a expectativa é de que reúna menos gente que no depoimento anterior, em 10 de maio, quando mobilizou cerca de sete mil pessoas em Curitiba.

"As circunstâncias são muito parecidas, mas a dimensão é menor, já que nossa informação é de que irão menos ônibus e menos gente", declarou o secretário de Segurança Pública do Estado do Paraná, Walter Mesquita.

Um contingente de mil policiais foi mobilizado para controlar eventuais incidentes em Curitiba, agora conhecida como a "capital da Operação Lava Jato".

Veja como será o esquema de segurança

Alan Machado/GES
Esquema de segurança para depoimento de Lula


O processo

Moro julga se a construtora Odebrecht pagou um terreno para o Instituto Lula, em São Paulo, e colocou à disposição da família do ex-presidente um apartamento em São Bernardo do Campo.

O ex-presidente já foi condenado por Moro em julho passado a 9 anos e meio de prisão por ser beneficiário de um tríplex no Guarujá ofertado por outra construtora, a OAS, em troca de sua influência para obter contratos na Petrobras.

Lula enfrenta atualmente cinco acusações, que vão de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, até organização criminosa e tentativa de obstrução da justiça.

Mas o ex-líder sindical se declara inocente e denuncia uma perseguição que visa impedir seu retorno ao poder e acabar com o seu partido.

Esta linha de defesa vai contradiz a afirmação de seu ex-ministro da Fazenda e membro da cúpula do PT, Antonio Palocci, que disse na semana passada a Moro que a denúncia que será tratada nesta quarta "procede porque os fatos relatados nela são verdadeiros". Segundo Palocci, a Odebrecht efetivamente pagou pelo terreno do Instituto Lula em São Paulo e colocou à disposição de sua família um apartamento em São Bernardo do Campo.

Lula vive um momento ruim: em sua recente caravana de três semanas pelo nordeste, sua base eleitoral, não registrou concentrações em massa que poderia fazê-lo ganhar força ante um cerco judicial cada vez mais estreito.

*Com informações da Agência Brasil


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