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Investigação

Joesley e Saud pedem revogação da prisão temporária

Eles foram presos no domingo, por determinação do STF

Sérgio Lima/AFP
Joesley Batista, um dos donos da holding J
Os delatores Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo J&F, controlador da JBS, pediram ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), a revogação da prisão temporária. Eles foram presos no domingo, por determinação de Fachin, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O PGR investiga se os colaboradores omitiram informações dos investigadores no processo de delação.

A defesa pede a revogação da prisão temporária ou que não seja estendida após o prazo de cinco dias. Nesse caso, sugerem a Fachin que aplique outra medida cautelar, se achar necessário, diversa da prisão preventiva - como é o caso da prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Na petição, os advogados afirmam que os delatores não omitiram informações da Procuradoria-Geral da República. De acordo com eles, Janot teve uma "interpretação equivocada dos fatos". A defesa disse ainda que não sabia que o ex-procurador da República Marcelo Miller, que teria ajudado os delatores antes de deixar o cargo, estaria impedido de dar orientações ao grupo.

Eles dizem que foram apresentados a Miller "como advogado e ex-procurador em plena negociação para admissão nos quadros de reconhecida banca de advocacia especializada em compliance", referindo-se ao escritório Trench Rossi Watanabe, ao qual Miller estava associado. Por isso, "jamais poderiam os requerentes supor a existência de incompatibilidade de função, até porque tal circunstância deveria ter sido identificada pelo próprio escritório especialista e, prontamente, comunicado aos peticionários colaboradores, que imediatamente suspenderiam todo e qualquer contato e/ou tratativa com Miller", diz a petição.

A defesa defendeu que a PGR nunca desconheceu a contratação do escritório e rebate acusações de terem sido beneficiados. "Não há provas de que o contrato firmado com o renomado escritório beneficiou indevidamente os requerentes, tampouco houve má-fé na escolha da reconhecida banca, sendo esta escolha uma liberdade do particular".


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