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São Leopoldo

Duas ossadas humanas são encontradas em casa de mulher desaparecida

Vizinho desconfiou de alteração no assoalho e acionou a polícia

Divulgação /Divulgação
Os corpos, que estavam um sobre o outro, foram ocultados por roupas e cobertores.
Pelo menos duas ossadas humanas foram encontradas enterradas debaixo do assoalho de um dos cômodos de uma casa na Rua Clementino Pinto, no bairro Fião, em São Leopoldo, nesta sexta-feira (22). Os ossos, que seriam de duas mulheres, estavam dentro da residência de Ingeborg Crisoldi Knorr da Fonseca, 55 anos, que está desaparecida desde janeiro deste ano.

A polícia foi acionada por vizinhos. Um deles, que alimentava os animais de Ingeborg, também acabava cuidando da casa, que teria ficado aberta desde o sumiço da proprietária. Ao entrar na residência, ele desconfiou de uma alteração no assoalho da sala, além do mau cheiro que exalava do local para a rua e acionou a polícia.

Com o auxílio dos bombeiros, agentes da Polícia Civil escavaram o local durante todo o dia e encontraram as ossadas. Elas estavam em um dos quartos a aproximadamente um metro do chão. Os corpos, que estavam um sobre o outro, foram ocultados por roupas e cobertores. Somente a perícia poderá confirmar as identidades de quem eram as ossadas. A expectativa é de que o laudo do Instituto Geral de Perícias com a identificação seja emitido em até 30 dias.

Segundo vizinhos, Ingeborg morava há mais de 10 anos no endereço. Desde 2015 ela alugava peças da residência a um casal que também não foi mais visto desde o desaparecimento dela. “O homem ainda chegou a vir mais alguns dias. Perguntávamos para ele sobre a vizinha e ele dizia que ela havia ido para a praia com a namorada dele. Ela sempre dizia que este casal era como se fosse a família dela. Ainda não estamos acreditando que seja dela a ossada”, comenta uma vizinha que prefere não ser identificada.

“Era uma mulher tranquila. Não incomodava a ninguém. No começo pensávamos que pudesse estar mesmo viajando. Mas conforme o tempo ia passando começamos a desconfiar. Difícil acreditar num desfecho tão triste para o desaparecimento dela”, diz outra moradora da rua. Segundo moradores próximos o homem teria sido visto ainda poucas vezes depois do início de janeiro. Sempre sozinho. “Chegamos a pedir o número do telefone da namorada dele para falarmos com a Inge, mas ele apenas disse que elas estavam bem. Depois disso, falou que tinha arrumado um novo emprego e desde então não foi mais visto”, conta a vizinha.

O caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH) da cidade. O titular da DPH, o delegado Vinícios do Valle foi até o local e acompanhou o trabalho da perícia. Uma das suspeitas da polícia, segundo ele, é de que as ossadas sejam de Ingeborg e da outra mulher de nome Michele. O delegado preferiu não revelar detalhes dos andamento do inquérito para não atrapalhar o trabalho da investigação. Informações que possam auxiliar a polícia podem ser repassadas à DPH por mensagens nos aplicativos WhatsApp e Telegram pelo telefone 9.8590.0522.


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