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Novo Hamburgo

No comando do batalhão sub-15, o 'sargento Pauletto'

Treinador levou a equipe infantil do Noia à final do Campeonato Gaúcho da categoria
23/10/2017 21:29 23/10/2017 21:32

Inézio Machado/GES
Thiago Pauletto comanda o sub-15 do Noia desde o ano passado
Da frustração como jogador ao começo promissor na carreira como técnico de futebol. Natural de Esteio, Thiago Pauletto, 33 anos, conquistou vários títulos com a categoria sub-15 do Esporte Clube Novo Hamburgo desde que chegou ao Estádio do Vale, em 2016. Antes de se tornar treinador, Pauletto foi atleta das categorias de base do Grêmio, chegou a ser emprestado para o Esperança, de Novo Hamburgo, e o Aimoré, de São Leopoldo, até retornar à capital e ser dispensando no começo dos anos 2000. Depois disso, alistou-se no Exército, onde ficou por sete anos e chegou ao posto de sargento. E antes de chegar ao Noia, fez faculdade de educação física e passou pela base do Grêmio e do Aimoré, e no profissional do Guarani, de Venâncio Aires.

E foi com seu jeito mais fechado e enérgico à beira de campo, que Pauletto conquistou a garotada anilada e levou os meninos à final do Campeonato Gaúcho infantil deste ano. Em dois jogos, o seu batalhão poderá se tornar dono do território rio-grandense diante do Juventude. O primeiro duelo será neste sábado, dia 28, às 16 horas, no Estádio do Vale. E quando se esperava mais um confronto em Caxias do Sul, assim como foi quando o profissional do Noia levantou o título do Gauchão 2017 no primeiro semestre, a grande final ocorrerá no dia 11 de novembro, às 15h30, mas no Estádio das Castanheiras, em Farroupilha.

CONQUISTAS

AUXILIAR TÉCNICO
2014
Campeão Gaúcho Sub-15 (Grêmio)

2015
Vice-campeão da Divisão de Acesso do Gauchão (Guarani-VA)

TREINADOR
2016
Campeão Encosta da Serra
Campeão da Lifuga
Vice-campeão da Copa Teutônia
Vice-campeão da Sulicampe
3º lugar - Gauchão Noligafi
3º lugar - Gauchão Infantil
4º lugar - Taça da Amizade (Roca Sales)

2017
3º lugar - Copa Teutônia

4º lugar - Taça Amizade (Roca Sales)

ENTREVISTA - THIAGO PAULETTO

Quando e como foi o convite para treinar a garotada da base do Noia?
Estava no Aimoré, e apesar de ter classificado a equipe para a 2ª fase da Encosta da Serra, fui demitido e acabei vindo para cá (final de 2015). Costumo dizer que nada é por acaso. Estava bem no Aimoré, mas aí houve alguma divergência, e a direção optou por me liberar, e dois dias depois, o Maiquel Buhler (treinador do sub-12 do Noia) me ligou e disse que era a última vez que iria me procurar. Acabou acontecendo tudo no tempo certo. Cheguei aqui e não sabia com qual categoria eu ficaria, e o Eduardo Bickel, que era o treinador da sub-14, foi efetivado ao cargo de coordenador. Abriu essa vaga e busquei desempenhar meu trabalho da melhor maneira.

Qual a importância dessa final de Estadual para você e os atletas?
Estamos buscando esse título, que acho que não é só importante para o clube, mas para nós, da comissão técnica e os jogadores. Precisamos ter um currículo vitorioso, porque mais que se fale em formação, ninguém quer um profissional formado com espírito perdedor. Pelo planejamento, o mínimo que teríamos que conquistar era o mesmo resultado do ano passado (3º lugar).

Você acredita que o título de campeão gaúcho dos profissionais gera mais responsabilidade para a garotada?
O Campeonato Gaúcho é a competição que dá mais visibilidade para o clube, os profissionais e os atletas. Temos sim um pouco de responsabilidade pelo profissional ser campeão esse ano, isso respinga um pouco na gente. Estamos tentando isolar os meninos para passar tranquilidade e segurança para eles, mas a gente sabe que indiretamente eles sentem isso. Sabemos que a comunidade quando se envolve, ela ainda tem a lembrança do título do profissional. É um título (Gauchão Sub-15) que para nós é como se fosse um Brasileiro para a dupla Gre-Nal, devido ao grau de dificuldade.

E o “sargento Pauletto” cobra muito da gurizada ou tem o momento da diversão?
Tenho algumas metodologias que trouxe do Exército. E na beira do campo sou mais enérgico com eles. Fora do gramado trato eles com liberdade e maior igualdade possível. Há brincadeiras sadias, mas há respeito e comprometimento entre ambas as partes. O que eles estão fazendo é espetacular. Sempre cobro energia e vibração, e que jamais se rendam. Mas naquele dia contra o São José, eu pedi alegria, pois eles precisam se divertir no campo.


Jornal NH
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