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Marcos Schmidt

Noite das Crianças

Leia artigo de Marcos Schmidt
10/10/2017 06:30

Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

A matança das crianças numa creche nos deixa horrorizados. É complicado o assunto, mas é preciso refletir, ainda mais quando tem o Dia das Crianças. Jogar álcool e atear fogo nelas? Os detalhes contam que o assassino cometeu o crime no exato dia da morte do pai dele, há três anos. O que aconteceu com este homem na sua infância? Em todo o caso, tudo foi premeditado, os assassinatos e o suicídio. Já ficamos perplexos com a pedofilia – aliás, palavrinha contraditória “pedofilia”: gostar de crianças. Os parentes do infanticida de Janaúba contam que ele gostava de crianças, não no sentido do prazer sexual, mas do carinho por elas. Pior que ninguém suspeitava dele, tanto que foi contratado para ser segurança numa creche. Isto deixa qualquer mãe e pai apavorados.

Conforme dados do IBGE de 2015, das 10,3 milhões de crianças brasileiras entre 0 a 4 anos, 25,6% estavam matriculadas em creches. Mas, outros números chamam a atenção: 52% destas crianças sem creche ficavam em casa, sob os cuidados de uma pessoa ocupada com outro serviço. Ou seja, em torno de 2,6 milhões de crianças em creches e 4 milhões sem a devida atenção que uma criança precisa ter. No polêmico livro Bebês Felizes, o psicólogo Steve Bid-dulph defende que escola antes dos 3 anos é um erro, que nos primeiros anos as crianças só precisam do amor da mãe e do pai. Por isto, sua tese: “Temos hoje a geração com a maior falta de pais que já houve na história.” E agora? Quem está certo, quem está errado?

O estranho nisto tudo é que nos matamos trabalhando, tudo para a felicidade das nossas crianças. Que vida louca. E daí surgem, no meio do caminho, psicopatas que jogam fogo nelas. Mas, e no coração delas, na cabeça delas, o que nós, pais, estamos jogando? Sobre os deveres familiares, a Bíblia lembra: “Pais, não tratem os seus filhos de um jeito que faça com que eles fiquem irritados. Pelo contrário, vocês devem criá-los com a disciplina e os ensinamentos cristãos” (Efésios 6.4). Precisamos rever nosso amor pelas crianças.


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