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Investigação

MPF pede prisão preventiva de Carlos Arthur Nuzman

Presidente do COB está preso provisoriamente desde quinta-feira; o prazo da prisão temporária se encerraria hoje
09/10/2017 15:52 09/10/2017 17:32

Sebastian Feval/AFP
Carlos Nuzman estava a frente do Comitê Rio 2016
O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta segunda-feira (9) a prisão preventiva de Carlos Arthur Nuzman, presidente licenciado do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Foi solicitada também a renovação da prisão provisória de Leonardo Gryner, ex-diretor de Operações do Comitê Rio-2016. Nuzman e Gryner estão presos desde a última quinta-feira (5), no Rio de Janeiro. O prazo da prisão temporária se encerraria hoje.

Entenda

Exato um mês após ter sido levado para depor e ter tido a casa vasculhada pela Polícia Federal (PF), Nuzman foi preso na Operação Lava Jato. Ele é suspeito de participação em um esquema que teria comprado a escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016. O presidente licenciado do COB é suspeito de ter participado de forma ativa na rede de corrupção instalada no Comitê Olímpico Internacional (COI) e de ter agido como intermediário entre ambos os lados das negociações.

Na França, uma investigação similar foi aberta pela Procuradoria Nacional Financeira (PNF), que trabalha com suspeitas de corrupção sobre a atribuição dos Jogos Olímpicos ao Rio de Janeiro, decidida por meio de votação dos membros do COI, em 2 de outubro de 2009 em Copenhague, em detrimento de Chicago, Madri e Tóquio.

Segundo documentos fornecidos pelo Tesouro americano à Justiça francesa, revelados pelo jornal Le Monde em março de 2017, uma empresa (Matlock Capital Group) que gerenciava os interesses do empresário brasileiro, Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, o Rei Arthur, depositou três dias antes da votação 1,5 milhão de dólares a uma companhia pertencente a Papa Massata Diack, filho do então chefe da Federação Internacional de Atletismo (IAAF) e membro do COI Lamine Diack.


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